Heroes, na sua devida época, foi um dos poucos seriados que tinham nele depositadas todas as expectativas dos telespectadores antes mesmo de sua estréia.
A NBC, e aqui no Brasil a Universal Channel, trabalharam incansavelmente em um quase hype pra promover aquela que seria A série que os colocariam em outro patamar.
No “fim” das contas até que eles conseguiram o que queriam, mas não é assim que a história precisa ser contada….
E para esse último post da série “A Franquia GTA”, nada mais justo de deixá-lo dedicado somente ao último jogo lançado: Grand Theft Auto IV. O último jogo foi lançado em abril de 2008 para as plataformas XBOX 360 e PS3, e teve sua versão para os PCs apenas no começo de dezembro, sendo essa pouco modificada em relação às primeiras (deixando claro o desinteresse por parte de seus desenvolvedores).
A história de GTA IV é empolgante. No game, estamos no corpo de Niko Bellic, um imigrante do leste europeu que vai para Liberty City tentando viver o “sonho americano”, mas uma vez lá, percebe que não era nada do que ele esperava. Além de seguir o mesmo padrão das versões anteriores (onde o jogador faz o que quiser, quando quiser e se quiser), os desenvolvedores ainda colocaram novos elementos no jogo e apimentaram outros: Determinadas ações podem interferir no rumo do personagem e poder ver o que Niko está fazendo com a prostituta.
Como alguns devem saber, tivemos diversos problemas com o servidor do fim da semana passada pra cá e como sou um dos programadores do site tive que me dedicar a tentar achar a solução para os problemas (coisa que nem sei se achei, hehe). Por causa disso, consegui ouvir somente cerca de 15 podcasts nessa semana. Não foram tantos quanto eu gostaria, mas foi o que consegui. Segue então as minhas indicações:
Sabe quando a rapaziada se reúne num boteco começa a beber e entre várias garrafas de cerveja o povo começa a lembrar das bebedeiras anteriores? Esse podcast trata exatamente disso. Você saberá das maiores trapalhadas que alguém pode fazer depois de enfiar o pé na jaca.
Juntamos na mesa 4 bebuns do Baú Pirata e mais 4 convidados biriteiros… Junte-se a nós para ficar sabendo quem aprendeu a beber só pra não ter que cuidar dos outros bebados na night; qual é o cara que tem o tio mais louco do mundo e quem quase perdeu um olho por causa de cachaça.
Este papo rendeu e se vocês aprovarem, teremos uma continuação dele em breve com outros bebados famosos. Aproveite e conte uma história engaçada de bebum aí no campo de comentários. Se não tiver uma sua, conte de algum amigo ou porque não de um inimigo? HEHE.
Como já falei na semana passada, estou postando a Parte 2 de “A Franquia GTA”. O tema de hoje será: GTA Vice City e GTA San Andreas. Vou deixar GTA IV sozinho na quinta, pois já tive que tirar algumas partes que eu considerava importantes tanto em VC como SA, então, vou estender essa série de posts até quinta.
GTA Vice City, que foi lançado em 2002 (no Brasil apenas em 2005), dá continuidade à história de Tommy Vercetti (protagonista de GTA 3). O cenário é ilustrado nos moldes de Miami na década de 80 e o nome foi inspirado no seriado “Miami Vice”. Mas voltando ao jogo em si, os desenvolvedores seguiram a estratégia que deu certo na série anterior, porém esqueceram-se do principal: Inovar. Aumentaram o número de armas disponíveis, de carros e até criaram um elemento de aleartoriedade (palavra difícil) aos personagens, fazendo com que membros de diferentes gangues se atacassem a qualquer momento, sem nenhum motivo. Mas de resto, não houveram muitas inovações.
Para finalizar de Vice City e seguir para San Andreas, deixo aqui os prós e os contras dele:
Prós: Ótima física, áudio impecável, gráficos e trama empolgantes.
Contras: Não há muitas inovações, danos físicos continuam fracos e a polícia só oferece algum risco quando os agentes da CIA estão atrás de você.
A banda goiana Pedra Letícia vem marcando território no cenário musical brasileiro de maneira bem autêntica. Recentemente o trio despertou o interesse de várias gravadoras e lançou em setembro de 2008 seu primeiro CD autoral e com selo da EMI, produzido pelo renomado Marcelo Sussekind. A idéia da banda é mais antiga que a mesma. Apesar de terem se conhecido há pouco mais de 3 anos, os músicos Fabiano Cambota e Fabiano Áquila reativaram em Goiânia uma banda da qual Cambota fora fundador um pouco antes, enquanto fazia faculdade de rádio e TV em Bauru. O recomeço se deu, em 2005, no palco do bar FALANGE, em Goiânia. Um dos proprietários do estabelecimento era Thiago Sestini, que pela informalidade da banda, se permitia “dar canjas” com seu bongô ou cajon durante a apresentação da então “dupla”. Mais tarde, Thiago assume oficialmente o posto de percussionista, impondo seu estilo, sua “pegada”.
Eduardo Moreira (Vááários blogs e podcasts, hehe), Ernesto Belote (Das Antigas Skatecast), Lúcio Luiz (Papo de Gordo) e Pablo de Assis (NerdCuritibano).
TEMA:
Essa é uma edição extra e especial do Piratacast. Nos embalos da Season Finale da 5ª Temporada de Lost, resolvemos fazer um programa totalmente diferente: Uma faixa de comentários feita com fãs e um maldito ogro alguém que não é fã da série com as principais emoções e curiosidades dos episódios 16 e 17 da 5ª temporada de Lost!!
Como assim não entendeu? Neste episódio você deve ouvir o podcast em conjunto com o episódio em vídeo que você tem ou já deveria ter. Você vai abrir o último episódio de LOST em seu player ou DVD e deixar ele pausado e mutado. No momento certo, nós pediremos que você execute ele e então você terá nesse podcast 2 faixas: O som original de LOST, acompanhado das discussões, teorias malucas e devaneios de uma cambada de malucos que se reuniram para fazer a segunda melhor coisa de Lost, que é conversar sobre a série com amigos. Basicamente é como se fosse uma faixa bônus de um DVD com os comentários do Diretor.
Então junte-se a nós para ficar sabendo finalmente “O que repousa na sombra da estátua“ .
Seguindo os parâmetros que andávamos usando na época do Filecast, na hora de dividir as pautas de cada um dos integrantes eu resolvi continuar com os seriados. Não foi algo fácil de escolher, não por gosto ou por dificuldade de falar, mas é que o meu anseio de falar do que eu gosto é maior do que o tempo que disponho pra isso.
Em segundo lugar, só que mais problemático que o primeiro lugar, entra o argumento que não tenho tempo suficiente para ver todos os seriados possíveis e imagináveis pra comentar aqui, então, paciência comigo no começo, ok?
Estava eu domingo passado zapeando entre os canais da TV por Assinatura quando vi o que achava ser um filme que mostrava a família de Saddam. Parei por alguns minutos pra conferir e que grata supresa… Não era somente um filme, mas sim, uma mini-série de qualidade fantástica.
A idéia dessa coluna é fazer um apanhado de quadrinhos sobre algum tema específico, não se aprofundando tanto em uma HQ própria (pelo menos no começo). Discutindo os prós e contras para você, leitor, se interessar e correr atrás delas e com isso nos mandar um feedback (Palavra que o Jabour adora) para mais tarde fazermos uma análise mais aprofundada, fazendo dessa uma coluna interativa.
E como não poderia deixar de ser, o primeiro tema será “Piratas”. Então até semana que vem, Marujos… Gaaarrrrr