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Piratacast 51 – Protestos

31 / jul / 2013
Papagaio Pablito


Piratacast 51 - ProtestosNeste mês de julho a equipe do Piratacast, composta por Maycon (mais conhecido como @jabour_rio), Iskilo (@Pabloesmuniz), Junior (@junior_cq) e Cleverson (@cleverson), juntamente com os convidados Rodrigo do Quarto Sinistro (@QuartoSinistro), Nelson Nerdanderthal (@Nerdanderthal) e Sergio Vieira (@sergiovds), reuniu-se para relembrar, comentar e discutir (muito) sobre as antigas e as atuais manifestações que andam (e andaram) rolando pelo país.

LINKS RELACIONADOS

– A guerra do vintém [Youtube]
– Carta aos Brasileiros, lida no pátio das Arcadas em 8 de agosto de 1977

MURAL DOS PIRATAS

Opine ou conte-nos alguma experiência pessoal relacionada ao tema no espaço de comentários abaixo ou envie um e-mail para o piratacast@piratacast.com que comentaremos no próximo PAPO PIRATA, o nosso podcast de feedback.

 

EDIÇÃO: Iskilo (@Pabloesmuniz)

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Categoria(s): Piratacast

17 marujos comentaram até agora...

  1. poxa,achei que não ia ter mais.Já ia reclamar no twiter

  2. Mauricio Maciel disse:

    Excelente Podcast, e quanto a representatividade de cada Estado eu concordo com o Nelson Nerdanderthal, pelo o que São Paulo paga de Impostos deveria ter mais representatividade no Congresso e no Câmara Federal.

    • carlos disse:

      O Congresso é composto pelo Senado Federal e a Câmara dos Deputados.

      O Senado representa os estados da federaçao, por isso todos os estados possuem três cadeiras cada um, independentemente do seu tamanho.

      Já a Câmara dos Deputados representa a população, dessa forma o número de cadeiras é proporcinal ao de habitantes de cada Estado. Dessa forma, São Paulo é o estado com o maior número de deputados (70), seguido por Minas Gerais (53), Rio de Janeiro (46)…enquanto Tocantins, Acre e outros estados possuem o número mínimo de 8 deputados.

      Por isso a arquitetura do Congresso é composta pelo Senado fechado e a Câmara aberta (“o vaso sanitário”).

      • Pablo Muniz disse:

        Sim, isso foi discutido no programa, mas como não foi muito “proveitoso”, eu cortei a maior parte.. hehe

        Eu volto sempre na minha concepção, o Congresso brasileiro, assim como a nossa legislação, foi construído em cima de ideologias bem pautadas, é o resultado de vários anos da nossa luta para atingir a Democracia.

        Seguem os princípios da isonomia (tratar iguais como iguais, e diferentes como diferentes) e o do controle da constitucionalidade (sistema freios e contrapesos entre os poderes)e da federação (representatividade das unidades federativas).

        Dentro dessas idéias, o Congresso busca ser auto-balanceado democraticamente, sendo a Câmara dos Deputados proporcional aos habitantes, dentro do mínimo e máximo como disse nosso amigo Carlos (tratar iguais como iguais), e o Senado desproporcional, três por estado (diferentes como diferentes, iguais na diferença).

        Por isso que no congresso, o prato virado para cima representa a Cãmara, e o Senado é representado pelo prato virado pra baixo. Uma idéia simples, mas que representa o balanceamento do Congresso.

        O que não podemos é utilizar as distorções que acontecem na nossa política (corrupção) para tirar o mérito dos ideais. Eu acredito que é muito mais útil e produtivo brigar para garantir que os principios da administração pública, o famoso “LIMPE” (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência), que está registrada em nossa constituição.

        Isso garantido, o resto vem por consequência.

        • Mauricio Maciel disse:

          Mas eu o que eu mais gostei do podcast foi a ideia do Nelson Nerdanderthal de não reeleger ninguém, para ver se mudamos alguma coisa nesse pais.

          • Pablo Muniz disse:

            Eu acho que tudo isso que vc tá falando foi o Sérgio que falou, não o Nerdanderthal.. hehe

          • Nerdanderthal disse:

            Sim, foi o Sérgio, mas concordo plenamente com esse pensamento, PARA O MOMENTO EM O PAÍS ESTÁ ATRAVESSANDO.
            Acredito que esse foi o pensamento do Sérgio, ou seja, total incredibilidade no grupo de antigos políticos que estão ai há séculos, jogando de um lado e de outro e nada resolvendo.
            Chegou a hora de pelo menos tentarmos, arriscarmos, em novas caras já que os coroas não deram certo.

          • Mauricio Maciel disse:

            Eu escutei de novo o Podcast e raparei que troquei a voz do Nerdanderthal com a do Sérgio.

    • Pablo Muniz disse:

      Já falei no programa, e discordo veemente.

      O Imposto de Renda é federal, qualquer pessoa física ou jurídica brasileira paga a mesma alíquota, dentro dos critérios nacionais.

      Já o ICMS é estadual, então cada estado que cria sua legislação tributária. Além disso, o ICMS é responsável pelo maior peso na carga tributária brasileira, além de ser um tributo de pior qualidade, pois não é progressivo, como se deve ser. Ao contrário, ele é regressivo, cobra-se mais, relativamente, de quem tem menor poder aquisitivo.

      E mais um argumento, São Paulo como qualquer outra grande metrópole, é resultado do fenômeno da centralização e periferia. Ou seja, toda empresa brasileira, a partir do momento que ganha escala para ser uma empresa nacional (presente em vários estados) ou multinacional (presente em vários países), impreterivelmente ela ira ter que abrir um escritório em SP ou RJ pois é onde se concentram os negócios, os principais serviços, bancos e etc, que não estão presentes em sua região. Ela perderia dinheiro se não fizesse isso.

      Note que, na maioria das vezes, o produto daquela empresa não tem nenhuma ligação com esse grande centro, suas unidades produtivas podem estar todas no interior, mas a empresa transfere sua matriz pra São Paulo para ter ganhos de escala comercial. E esses serviços também não estão disponíveis na periferia pelo mesmo motivo, pois a maior demanda é no grande centro, não faz muito sentido expandir.

      Esse fenômeno não é nem um pouco novo, existe desde o inicio da urbanização. Tanto que já está maduro o suficiente para nenhum governante ou legislação ser pedante o suficiente de ignorá-lo. Todo grande centro SABE que PRECISA de sua periferia, e toda periferia SABE que PRECISA do seu GRANDE CENTRO. Por isso mesmo que a legislação brasileira busca balancear a administração pública.

      • Nerdanderthal disse:

        Concordo contigo, Pablo.
        Pena que não deixaram você falar muito. ehehehe…
        É notório que empresas de outros estados precisem de escritórios nos grande centros como S.Paulo, Rio e Minas, para se desenvolverem, mas o que tenho visto, por trás das “cortinas” tributárias, é uma inversão: grande quantidade de empresas dos grandes centros montando mini escritórios com CNPJ e INSC. Estadual nos estados onde o ICMS é menor, numa forma de diminuir os custos com esse imposto.
        Um fato real, criminoso e covarde, onde rola a corrupção e suborno principalmente da Polícia Rodoviária Federal, que deixa caminhões virem principalmente das fábricas São Paulo com Notas Fiscais tiradas com ICMS de, por exemplo Espírito Santo (onde existe o tal escritório só com esse intuito), fazerem entregas de mercadoria no Rio.
        Já vi isso várias vezes em materiais que compro para minhas obras.

      • carlos disse:

        Também discordo dessa linha de pensamento de que São Paulo tem que ter mais pois arrecada mais.

        É um pensamento torto que só perpetua a má distribuição de renda e desigualdades sociais.

        É como se um bairro que pagasse mais IPTU tivesse que receber investimentos proporcionais a sua capacidade contributiva. Tal cidade nunca se desenvolveria como um todo.

        Brasileiro tem dificuldade de diferenciar quantidade de qualidade. “O maior da América Latina”, “O maior do Brasil” “O maior do Mundo” quase sempre sempre são utilizados como selos de qualidade, quando não são.

        Hoje se analisarmos o ranking das maiores cidades do mundo, pecebemos que cidades de países menos desenvolvidos figuram cada vez mais entre os maiores conglomerados urbanos.

        Um dos objetivos constitucionais da nossa república é reduzir as desigualdades sociais. E isso seria interesse de Rio e São Paulo, pois ninguem gosta de morar numa cidade com o preço da moradia nas alturas, custo de vida elevadíssimo, locomoção urbana infernal, poluição, péssima qualidade de vida, etc.

  3. Nerdanderthal disse:

    Segunda vez que gravo com a galera do Piratacast + o Sérgio Vieira.

    Como nunca escondi que é o podcast que mais gosto de ouvir, posso afirma que essa foi a grande realização pessoal de um velho ouvinte velho.

    Vocês são gente finíssima e muito obrigado mesmo!!!

    Parabéns pela edição e trilha sonora, principalmente começando co Revolution da minha banda eternamente favorita – The Beatles.

  4. carlos disse:

    Com todo respeito, permita-me discordar com o que foi dito no podcast.

    O contexto da Revolução Constitucionalista se dá com a Revolução de 30, que retirou o poder dos paulista e mineiros, que dominou o pais durante a República do Café com Leite. Naturalmente o governo de Getúlio Vargas, independentemente de sua posição política, já nasceu com a oposição da oligarquia cafeicutora irresignada pela perda de poder.

  5. Felipe Rosa disse:

    Creio que esse podcast se tornou atemporal. Atemporal e genial! Discutir e citar as várias revoltas populares brasileiras, é fundamental. É fundamental para sempre lembrar que sim, nos não somos um povo tão bunda quando nos acostumamos ser. E contar com a presença de Nerdanderthal e Sergio Vieira, dois dos maiores dinossauros da podosfera brasuca, é algo que em muito engrandece este PirataCast.
    Agora é ver se seremos mais conscientes nas urnas, pois isso sim é crucial.

  6. Ednaldo disse:

    Não ouvi ainda mas gostei do tema, demoraram pra fazer esse Cast, já estava com saudades. Abraços, vocês são fodas.

  7. Ednaldo disse:

    Muito show esse Cast, uma aula de história com certeza, espero uma segunda parte dele em breve, seria muito bom.


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