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Piratacast 47 – Sustentabilidade

19 / mar / 2013
Papagaio Pablito



No Piratacast do mês de março, Maycon (mais conhecido como @jabour_rio), Iskilo (@Pabloesmuniz), Junior (@junior_cq) e Cleverson (@cleverson) reúnem-se para debater o estado atual do mundo do ponto de vista sustentável. A sustentabilidade é algo viável/possível para a nossa geração? O que está sendo feito/planejado/estudado em relação a isso e o que podemos fazer daqui para frente para colocarmos o mundo no caminho certo para a sustentabilidade? Essas e várias outras divagações, só dando o play.

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MURAL DOS PIRATAS

Opine ou conte-nos alguma experiência pessoal relacionada ao tema no espaço de comentários abaixo ou envie um e-mail para o piratacast@piratacast.com que comentaremos no próximo PAPO PIRATA, o nosso podcast de feedback.

 

EDIÇÃO e TRILHA SONORA: Jabour_rio (@jabour_rio)

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Categoria(s): Piratacast

19 marujos comentaram até agora...

  1. Denis disse:

    Geração de energia é algo q muito me interessa! Sou engenheiro então posso dar meus pitacos:
    A adoção do q o Jabur chamou de ‘Energia P2P’ precisa de um componente importante: um equipamento que faça o ‘casamento’ da fase da frequência da energia gerada pela residência com a da disponível na grade pública.
    Já existe no Brasil um projeto similar, que aproveita a energia excedente de empresas que usam geradores à diesel, pagando pelo KW. Esse projeto aproveita a energia gerada por sistemas alternativos residenciais, como solar e eólico.
    E faltou comentar sobre a solução do ‘Gerador Magnético’ que, embora queiram q pareça irreal, já existe vários modelos experimentais em funcionamento. Procura no Google.

  2. Andriolli disse:

    5 minutos de programa e to achando um papo chato demais. Vou lavar a louça e deixar tocando pra ver se lá pra frente melhora!

  3. E ai pessoal, foi bem legal o programa, acho que a sustentabilidade no Brasil é uma coisa complicada porque é uma coisa que tem de ser pensada a longo prazo e nossos políticos não pensam em nada que tenha mais de 4 anos…

    Quanto as formas de transportes faladas eu acredito que a revitalização das ferrovias ajudaria bastante.

    Quanto as ciclovias, moro em São Paulo e sou ciclista meu trajeto não é muito longo então optei pela bike mas pedalar nessa cidade ainda é muito perigoso, no meu caminho não existem ciclovias então encaro o descaso dos motoristas, já existe algumas rotas boas por aqui como a ciclovia da marginal que fica ao lado da linha do trem (e do rio fedido também) o grande problema dessa ciclovia é que mesmo sendo grande só existem 3 pontos de acesso a ela ao invés de ter acesso em todas as estações como deveria ser.

    O grande problema de transito de são paulo é que não tem para onde fugir se você não vai de carro hoje em dia sua opção é um transporte publico MUITO RUIM, trens/metro/ônibus no horário do rush é um suplicio, o dia que são paulo conseguir ter um bom transporte publico quem sabe o problema se resolva e mais pessoas deixem o carro em casa.

    Sobre a geração de energia eu tinha visto esse link ontem e quando ouvi o programa achei que seria legal mostrar para vocês:
    http://www.engenhariae.com.br/meio-ambiente/aqui-estao-as-telhas-fotovoltaicas-o-telhado-que-produz-energia/

  4. Christopher Moura disse:

    Caros Piratas,

    Me chamo Christopher Moura, tenho 34 anos, moro em Brasília/DF e sou Arquiteto da Informação.

    Em primeiro lugar parabéns pela escolha do tema e pela abordagem do mesmo! Os meus pais, que moram em Niterói e estão me visitando aqui em Brasília, de tanto virem eu curtindo esse “tal de podcast”, pediram pra ouvir um programa depois que eu expliquei do que se tratava. Eu ia escolher o Café Brasil para eles conhecerem essa mídia, uma vez que o Luciano Pires aborda temas mais sérios, engajados e menos “impactantes” para pessoas na faixa etária deles (meu pai tem 71 e minha mãe, 62); no entanto, quando vi o assunto desse Piratacast decidi usá-lo como porta de entrada para o mundo dos podcasts. Até porque vocês já tinham abordado muito bem temas como Política, Educação, Obsolescência Programada, entre outros. E foi um sucesso! Ficamos discutin… er, conversando sobre as soluções, eu lembrei de uma reportagem que vi em um canal de TV por assinatura mas não lembro qual foi e não achei mesmo pesquisando no Google, mas encontrei uma matéria do Jornal do Globo sobre o mesmo assunto.

    Trata-se da iniciativa da cidade de Búzios em se tornar a primeira “Cidade Inteligente” da América Latina com a implantação de eletropostos (postos para carga de carros e bicicletas elétricas), instalação de chuveiros inteligentes para os banhistas nas praias da cidade (a bomba que puxa a água doce é acionada por uma placa fotovoltaica), a troca de lixo e óleo de fritura por desconto na conta de luz, a instalação dos medidores de luz digitais (ou medidores inteligentes) cujos principais benefícios para o cliente são a geração distribuída e a possibilidade de gerar a própria energia (essa energia excedente pode ser injetada na rede e o consumidor receber crédito por essa energia), suporte na transformação das 400 pousadas da cidade para serem auto-sustentáveis, com energia solar, eólica, etc.

    Todas essas iniciativas já estão em andamento (Já existe um eletroposto na cidade, 220 casas contam com o medidor inteligente e até Setembro deste ano serão 6000 casas, entre outros).

    Vejam mais detalhes na matéria do Jornal da Globo: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/12/buzios-aplica-projeto-para-se-tornar-uma-cidade-inteligente.html

    Mais uma vez parabéns pelo excelente conteúdo e obrigado em nome dos meus pais, Agilson e Maria da Conceição.

    Abraços a todos!

    Christopher

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      Que foda, cara… Muito obrigado a você pelo seu feedback!
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      • John Bandini disse:

        caros, a abordagem de um tema tão complexo quanto esse necessita um estudo mais aprofundado.

        Não quero soar arrogante mas vou evitar os programas em que vocês discutem assuntos que envolvam opiniões políticas.

        Quando vocês citaram o Arnaldo Jabor como referência, desisti.

        • Pablo Muniz disse:

          Não quis ser, mas foi.. 😛

          Desculpa a nossa mediocridade, mas seria muito mais construtivo se tivéssemos também a sua opinião sobre o assunto, assim poderíamos saber em que ponto nossa discussão foi rasa, e quem sabe falarmos sobre isso no Papo Pirata, e quem sabe então chegar onde você achou que não soubemos discutir.

          Nem que sua opinião fosse completamente contrária à nossa.. É assim que se constrói uma sociedade, com debates construtivos sobre os problemas atuais.

          E para isso não precisa ser expert em nada, apenas abertos para opiniões, argumentações e ideias.

  5. Ian R. disse:

    A sustentabilidade é possivel sim. Claro que pequenos gestos ate ajudam. Mas como vcs falaram o grande problema é que tem grandes empresas que ganham muito $$$$ de uma forma a anos e não estão duispostas a mudar sua maneira de pensar. Ainda bem que a mentalidade vem mudando, mesmo que com passos pequenos. Resta a nos como consumidores procurarmos adquirir os produtos das empresas preocupadas com a sustentabilidade, para cada vez mais outras empresas adotarem o mesmo pensamento.
    Sobre andar de bicilceta em grandes centros, como mencionado, realmente precisa sim de ciclovias com acesso a varios lugares. Mas tambem precisa de um investimento maciço em educação no tranzito desde a infancia, pois existe MUITA falta de educação hoje em dia. Sem falar nos “”””expertinhos””” que estacionam em lugares proibidos mesmo em cidades com menos de 100.000 habitantes, infelizmente se ve isso.
    Termino pro aqui dizendo que mais uma vez abordaram um topico serio, porem, gostei do cast.
    Vcs podme ate nao ter acertado em tudo, mas vcs nao são experts, apenas deram suas opiniões e algumas sujestões.
    Abraços
    Ian Ricardo

  6. FrankCastle disse:

    Valeu por mais este episódio pirataiada!
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    Ótimo tema! Uma pena que eu não tenha muita fé no Brasil para estes tipos de propostas. Uma coisa que me irrita é a hipocrisia que pegou carona na sustentabilidade, como os Créditos de Carbono que, ao meu ver, são uma palhaçada. E muitas empresas usando a desculpa de preservação do meio ambiente ao não entregar ou reduzir drasticamente materiais impressos, como manuais de produtos, por exemplo. Sem contar a obsolescência programada que as mesmas empresas praticam.
    .
    Achei interessantíssimo o que foi apresentado sobre as placas solares compartilhadas. Muito legal mesmo. Porém, no Brasil, essas coisas não costumam dar certo, nosso cidadão médio só quer tirar vantagem de tudo. Pessoas que tinham a conta no valor mínimo ou zerada iriam querer usar isso para ganhar dinheiro, até por isso é importante vir como desconto e não crédito em conta. acho que iriam haver muitos furtos de placas solares também 😛
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    Sobre moeda local, já tinha visto isso num programa da TV Cultura onde foi mostrada a ONG Orpas. Uma das poucas ONGs que realmente botei fé, por sentir que faz a diferença e mostra resultados. Vale a pena conhecer:
    http://orpas.com.br/detalheAreaAtuacao.aspx?id=16
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    Enquanto países como Japão, a coleta seletiva é uma realidade há muito tempo, no Brasil, já seria uma vitória as pessoas jogarem o lixo no lixo, mesmo que não seja de forma seletiva. Basta olhar a sujeiras nas ruas quando há alagamentos, bueiros entupidos, etc…
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    O povo precisa primeiro de cultura.
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    Já na parte estrutural, a coisa é feia também, hehehe. Vi uma reportagem (sensacionalista e tendenciosa) da Folha mostrando que no ritmo atual, levaria 3 mil anos para enterrar os fios. Tem muitas cidades grandes que cresceram de forma muito desordenada e agora fica difícil consertar.
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    Acho que o caminho é realmente as áreas não povoadas, para que se possam construir cidades planejadas, com toda uma infraestrutura sustentável.
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    Se falou muito em ferrovias, um livro que não é sobre sustentabilidade, mas que mostra muito do que foi falado e mais além, mostra uma cidade sustentável é “A Revolta de Atlas” de Ayn Rand. São 3 volumes, estou no terceiro, mas já me atrevo a recomendá-lo.
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    Outra coisa que me lembrei foi do Projeto Venus. Ele é bem ambicioso e utópico, mas pode servir de base para muita coisa ser colocada em prática. Ele é apresentado em um dos documentários do Zeitgeist.
    .
    Bem, eu poderia falar de muito mais coisas… mas como já me estendi, paro por aqui. Um grande abraço!

  7. Diogo Scooby disse:

    Olha só que louco esse lugar, ou coisa, sei lá.

    “Criado pela Vicent Callebaut Architecture, o Physalia não é só uma mera embarcação ecologicamente correta. Primeiramente surge como um jardim flutuante auto-suficiente que, além de ser um meio de transporte com grau zero de emissão de carbono, visa tratar a água por onde passa para deixá-la própria para o consumo. Enquanto isso, por meio de biotecnologias, gerará mais energia do que consome, fazendo dele então o chamado Protótipo de Energia Positiva.”

    http://obviousmag.org/archives/2010/02/physalia_um_novo_conceito_de_embarcacao_ecologica.html

  8. Olá pessoal, tudo bom?

    Muito legal o episódio e tema muito interessante. Valeu mesmo!

    Bom, discordei de um aspecto que vocês falaram sobre o Trânsito de SP. Não concordo que tenha que ser priorizado bicicletas, acho que tem que ser priorizado transporte público antes. No meu ponto de vista, não adianta nada ter um monte de ciclovias e a população em geral não conseguir entrar em um ônibus pois está lotado (isso sem falar o despreparo em geral destes motoristas, nem vou entrar neste ponto), devido a falta de linhas suficientes ou até de metrô. O que eu acho, é que lá fora, a bicicleta está sendo priorizada pois eles já tem um transporte público decente, é uma passo além… Aqui temos muito o que fazer em relação a isso, e não acho que o ideal é fazer como o governo, que banca a indústria automobilística brasileira ao invés de priorizar o transporte público e problemas de estrutura (trens, estradas), por exemplo.
    No meu caso, por exemplo, moro em SP e relativamente perto do trabalho. Poderia ir a pé, mas a região é perigosa pra isso. De bicicleta, nem pensar… Não quero ser morto neste trânsito caótico. E de transporte público, para os 5 pontos que pegaria, eu não conseguiria entrar e já descer, pois é muito lotado. Eu largaria o carro facilmente, mas infelizmente, não tenho condições pra isso.

    É isso, gente, valeu!

    Abraços!

  9. Charles Alves disse:

    Pessoal, eu acho que temos que ser sustentáveis. Moro em Sampa desde que nasci, e desde o século passado eu ando e moto. Quando eu comecei a trabalhar em 1994, que não tinha tanta gente nem tanto carro por aqui, eu ia trabalhar literalmente pendurado nas portas do ônibus e no metrô eu tinha que esperar umas 5 ou 8 composições para conseguir ser empurrado para dentro.

    Aqui em SP, além do transporte público ser uma merda, as pessoas moram em regiões muito periféricas e as empresas estão todas agrupadas em regiões específicas, como o “Centro Velho”, Av. Paulista, Berrini e Faria Lima.

    Para vocês terem uma ideia, quando eu ia trabalhar pendurado em um ônibus, eu pegava essa linha Cidade Tiradentes – Paraíso(http://goo.gl/maps/3XIsT) que é usada por muita gente até hoje por só custar uma condução. No google maps agora está dizendo que demora duas horas, mas na prática, duas horas demorava da minha casa pro Metrô Vergueiro, que fica exatamente na metade do caminho.

    Infelizmente, bicicletas ficam inviáveis pois somente atletas conseguiriam chegar no serviço se trabalhassem por ali.

    Enfim, eu acredito que o nosso governo fez um grande desserviço a população priorizando as alternativas particulares de transporte ao invés de investirem no serviço de transporte de massa.

    Mas eu não espero nada do governo mesmo, pois governo é igual aos avós, estão ali para atrapalhar a educação que os pais dão.
    É isso aí, daqui a pouco eu estou indo enfrentar os meu 90 Km diários de congestionamento (se não chover, pq se chover esse número é vezes 2.5).

    []´s

  10. Oi amigos, muito bom o cast, vcs estão cada vez mais trazendo assuntos diversos e importantes! Sobre sustentabilidade, vejo que empresas estão usando este termo mais como propaganda que realmente interessados no melhor para o planeta! Muitas propostas apesar de parecerem boas, deveriam ter um estudo maior na questão do impacto ao logo do tempo, um exemplo, vc compra um catavento gerador, é uma fortuna, levará anos para se pagar, e vc tem ideia de quanto gastara com manutenção? lembrando o cast da obsolência programada, hoje nada e feito para durar! Sou um grande entusiasta do carro elétrico, seria sim uma ótima solução para poluição e gastos, recomendo ver o filme “Quem matou o carro elétrico”, além da questão do consumo, a manutenção é baixa, pois o motor elétrico é muito simples, comparado ao de combustão! Teve algumas confusões quando falaram dos carros elétricos, vou tentar ajudar a esclarecer:1. Carro elétrico: usa motor elétrico e baterias para funcionar, os entraves são o preço das baterias, autonomia baixa, menos de 200km por carga e a demora na carga, deixando o carro muito caro, mesmo assim a Tesla, empresa americana já produz bons e lindos carros elétricos; 2. Carro Hibrido gasolina/energia: o Prius da Toyota é um grande sucesso no mundo, ele usa os dois motores para mover o carro, fazendo a combinação mais econômica, só que ele usa apenas gasolina pra andar, algumas pessoas estão aptando ele para carregar as baterias em casa, assim ele consome menos combustível! Ainda nos híbridos, a Chrevrolet lançou o Volt, que apesar de ela dizer que é elétrico, é um híbrido, a diferença esta que o motor a gasolina serve apenas para acionar um gerador para carregar as baterias, que tem uma autonomia baixa 65km+-, assim o carro poderá fazer viagens sem problemas de abastecimento! A empresa percebeu que o americano anda em media 40km/por dia, então o volt servirá bem ao proposito apenas usando energia de casa! Falando nisso exite um site onde os americanos estão postando os seus carro elétricos adaptados em casa, em geral eles compram um carro mais velho, tiram o motor e colocam um kit de motor elétrico, controlador e baterias, eles conseguem uma autonomia de 60 a 100 km por carga, depende do projeto, assim usam estes carros para trabalhar e o carro comum para viagens! Muito interessante, ainda vou fazer algo assim!
    Sobre o som dos carros elétricos, sim ele tem um sinal sonoro, que serve de alerta para pessoas acostumadas com o barulho do carro não se assustarem com a aproximação repentina do carro, mas claro, só é acionado apenas em baixa velocidade!
    Sobre o carro a água, até agora não soube quem conseguiu alguma tecnologia que tornasse a eletrólise da água viável, pois se gasta mais energia do que se é gerada com a queima do hidrogênio!
    Para mim o certo seria ir pelo conceito do Volt, motor a combustão simples para carregar as baterias e o carro movido a motor elétrico, mas a industria vai ao contrário, observe o quanto os motores dos carros de hoje estão cheios de componentes eletrônicos, deixando eles tão complexos e de cara manutenção e produção! Na real, nenhuma grande empresa do ramo automobilístico esta pensando em sustentabilidade, só querem mesmo é lucro!
    Mudando um pouco o assunto, vi uma reportagem que estão pesquisando e querendo trazer de volta os dirigíveis, sim por incrível que pareça, agora com novas tecnologias e justamente para transportar grandes cargas, pensaram até no uso militar, não sei como mas estão sim!
    Já falei muito, mas só pra terminar, sustentabilidade não pode ser pensando apenas por grandes empresas, tem que partir das pessoas, a medida que vc é muito consumista, vc esta indo contra o conceito! Fazendo bom uso dos produtos e materiais, vc consegue ajudar mais do que colocar painéis solares em casa ou outras soluções mirabolantes!
    Valeu!
    Bené

  11. aLx disse:

    Boa tarde, Flibusteiros!

    Sustentabilidade é um assunto bastante interessante! Mas acho que a maioria das medidas que de fato teriam efeito, deveriam ser tomadas pelos governos.
    .
    Por exemplo, a implementação de um sistema de reutilização de água jamais seria algo que uma empresa pensaria em fazer se não fosse movida por:
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    MELHORES CUSTOS
    .
    ou
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    IMPOSIÇÃO DE NORMAS GOVERNAMENTAIS
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    Dessa forma, por mais “bonitinho” que seja nós usarmos a água da lavadora de roupas na hora de lavar a calçada, isso tem um impacto muito pequeno no conjunto todo.
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    Eu não penso em utilizar bicicleta aqui em São Paulo. Primeiro porque a ciclovia fica ao lado da via dos automóveis, logo, faz mal. Mesmo em São Paulo (com o Controlar, que fiscaliza o índice de poluents dos carros) a fumaça ainda é algo presente.
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    Ou seja, justo na hora que você vai precisar respirar mais profundamente — por estar fazendo um exercício — vai respirar ar poluído.
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    Mesmo no Parque do Ibirapuera o ar quase sempre é inadequado para prática de esportes, porque o parque é cercado de avenidas que estão lotadas o dia todo!
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    Além do mais, em SP as distâncias são grandes. Eu, por exemplo, moro há 17km do meu trabalho. Bicicleta seria opção para ir de casa até o metrô, eliminando um ônibus. Mas isso seria algo perigoso, já que por ser um bairro residencial, sem grandes avenidas, então não existe ciclovia.
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    Teria que andar pela rua.
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    E acho que em qq cidade grande, rua é sempre um lugar perigoso.
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    Justamente por isso, prefiro usar o Metrô ao invés de trabalhar de carro.
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    Primeiro pq não concordo em colocar meu patrimônio em risco. Se baterem no meu carro ou o roubarem, ninguém vai pagar por isso.
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    Segundo pq não tenho saco de enfrentar o trânsito em SP.
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    Terceiro pq penso que todos deveriam usar transporte público.
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    Outro dia vi um programa interessante sobre Moedas Locais. Várias regiões nos EUA usam este sistema, inclusive uma cidadezinha onde a prática mais comum é o escambo. Ou seja, você arruma uma cerca quebrada e tem direito a uma torta de maçã. Troca impressos por um móvel. E, qdo não se tem nada para uma TROCA, aí entra em uso a moeda local.
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    Achei bem legal.
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    Bom, chega, né?
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    Abraços.
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    aLx

  12. […] ele troca fraudas e faz mamadeiras – discutem os e-mails e comentários relacionados ao Piratacast 47 – Sustentabilidade, além de comentar rapidamente sobre os novos formatos do Diário de […]


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