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Piratacast 45 – Educação!

17 / jan / 2013
Papagaio Pablito


Piratacast 45

Yo ho, marujada! Para começar um pouco atrasado polemicamente o ano de 2013, Jabour_rio (@jabour_rio), Iskilo (@iskilo666), Junior (@junior_cq) e Cleverson (@cleverson) convidaram os professores e mestres Prof. Maury (@profmaury), Wagner Brito (@wag) e sua namorada Márcia Zabotto (@marzabotto) para debaterem sobre a situação educacional no nosso país. Como o povo vê a educação, como os professores veem, onde estão os erros e quais seriam as soluções. Isso e mais, só dando o play.

LINKS RELACIONADOS

– [Educopedia] – Conteudo online para alunos do município do Rio de Janeiro. Confira!
– TED: Reimaginando as escolas [vídeo]
– Khan Academy [site]
– Khan Academy em Português [site]
– Udacity: videoaulas online [site]
– Acessem e ouçam o WeRGeeks [site]
– Acessem e ouçam a Radiobla [site]

 MURAL DOS PIRATAS

Opine ou conte-nos alguma experiência pessoal relacionada ao tema no espaço de comentários abaixo ou envie um e-mail para o piratacast@piratacast.com que comentaremos no próximo PAPO PIRATA, o nosso podcast de feedback da galera.

EDIÇÃO e TRILHA SONORA: Iskilo (@iskilo666)

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Categoria(s): Piratacast

32 marujos comentaram até agora...

  1. Rubem Luiz disse:

    Sempre fui fã da maxima que escola dá escolaridade e educação temos em casa. Pra mim o sistema de ensino (Escolas, faculdades) tem que continuar raso/superficial, pra dar tempo da pessoa que estiver realmente interessada aprender o que lhe interessa por fora. Problema é que a maioria dos país não dá espaço pros filhos se interessarem por nada sozinhos, ficam socando goela a baixo esportas escrotos e atividades artisticas pra hippie.
    Ao invez de comprar carro, casa bonita ou TV, meus pais se preocupavam em ter revistas e livros em casa pra gente ler e ser informados, fez efeito, na adolescencia ao invez de comprar gibi ou refrigerante eu comprava livro técnico, o que aprendi com 13 anos uso todo dia hoje (Não tive dilema nenhum com escolha de faculdade porque já tinha experimentado algumas areas antes de chegar na idade disso, apostei nas que eu não conhecia e não gostei, mas não vem ao caso 🙂

    Ah, Tolkien pra mim sempre foi mais difícil por viajar demais na maioneses, Machado de Assis ao menos ficava no mundo real, que eu já conhecia. Então essa de Machado de Assis é complicado e Tolkien é adequado pra mim não cola, é só questão de adequação do texto e de gosto do leitor (Eu já não gostava de fantasia na infancia (Tokusatsus, Cav. do Dragão, HeMan/Shera) então qualquer coisa tipo Tolkien, Harry Potter, CS Lewis, sempre foi um lixo intragável pra mim, seria reprovado se fosse obrigado a ler isso).

  2. Ian R. disse:

    Baixando. Depois comento.

  3. Nerdanderthal disse:

    Muito boa a discussão. Mais um tema polêmico e muito bem abordado por todos, no entanto, senti que muito pouco foi falado sobre EDUCAÇÃO propriamente dita (título do cast).
    O tema abordado ficou meio preso em ensino, to que tange a matérias, didática, cursos, etc. A parte Educacional, que trata em tornar a criança, o adolescente, bem educados, no sentido de relacionamento e atitudes sociais, formar a ideia de Cidadania, relacionamento com o próximo, não teve a devida atenção.
    No Omegacast #43, apesar do tema ser Bullyng, o assunto Educação foi abordado. Inclusive naquele cast, no meu comentário no post, discordei do nosso querido Calaveira que disse “A educação deve ser dada pela família e não pela escola.”.
    Esse meu comentário eu transcrevo abaixo, para vocês discutirem:
    “Logicamente que sobre a educação dada pelos pais eu concordo totalmente e isso certamente foi a base daquela época dos anos 60 a 90, porém, naquele tempo, grande parte das mulheres não trabalhavam fora ou mesmo largavam o emprego para se dedicarem à criação dos filhos.
    Nas últimas décadas, isso não se tornou mais possível e as mulheres estão aí ralando muito e ainda tendo seus afazeres em casa. Duvido muito que as mães de hoje tenham o tempo que a minha teve para sentar comigo todos os dias pra me ajudar nos trabalhos de casa.
    Pra mim (ainda sobre o que disse o Calaveira) a escola é uma instituição EDUCACIONAL e é regida pelo Ministério da EDUCAÇÃO e Cultura. Portanto, cabe à escola EDUCAR os alunos também.
    A verdade é que falta pulso, interesse, gestão, competência ou sei lá o que mais, dos governos, em absorver essa função que, repito, também é deles e o povo paga por isso.
    Se a criança não dispõe de tempo dos pais para educá-los devidamente, a escola deveria fazer esse papel, principalmente as que são públicas e que estão dentro dessas comunidades mais violentas.”

  4. iskilo666 disse:

    Só para garantir que vocês assistam os vídeos

  5. iskilo666 disse:

    E olhem aí.. Piratacast repercutindo no Ministério da Educação

    migre.me/cRMhx “Mercadante quer criar ‘universidade livre’ com vídeos de aulas na internet” (após reunião com Salman Khan)

    P-)

  6. Nerdanderthal disse:

    Acho engraçado falarem em AULA EM VÍDEO PELA INTERNET, como se esse método fosse uma tremenda novidade. Talvez a mídia usada, no caso a Internet, seja coisa mais recente, porém o método em si, já é sucesso desde 1978 com a implantação do Telecurso 2º grau e a partir de 1980, a inclusão do 1º grau, pelas TVs Cultura, Globo, TVE Brasil e outras.

    • iskilo666 disse:

      A novidade não é a “aula em vídeo”, é mudar o operacional e aproveitar melhor a presença do professos na sala de aula.

      No exemplo, ao invés de passar teoria, o professor irá usar 100% do seu tempo interagindo e operando com os alunos. A teoria seria passada toda pelas vídeo-aulas, com os alunos assistindo em casa, na hora que preferir, do jeito que preferir.

      😉

  7. Lucas Amura disse:

    Excelente episódio. Parabéns!

  8. Ian R. disse:

    Um ótimo cast. Parabens. UM cast informativo sem cair na rotrina e chatice. Os piratas conseguiram denovo.
    Aguardando o proximo.
    Abraços

  9. Ivan disse:

    A conversa foi interessante, mas acho que ficou implícito na discussão que existem vários tipos de educação, desde a educação para convivência (etiqueta, bons modos) até a educação profissionalizante, passando por vários outros aspectos, teria sido interessante abordar de quem é a alçada para o quê, parece que muitos esperam/consideram que a escola deve formar todo o caráter do aluno das mais básicas noções de higiene até exercer sua profissão.
    O que é educação e quem é responsável por ela, me pergunto, há apenas um tipo de educação, devemos esperar que o Estado e instituições privadas sejam os responsáveis completos por ela? Qual o papel da família, é apenas pagar a mensalidade e colocar comida na mesa?
    Imagino pessoas que conhecem toda a obra de Tolkien, e não sabem a história de sua família, de sua cidade, de seu estado, não conhece a cultura de sua região, essa pessoa é bem educada?
    Mas divago, no geral o podcast foi muito bom.

  10. Oliver disse:

    Acabei de conhecer o Podcast gostei bastante, continuem com o excelente trabalho.

  11. Danilo Luiz disse:

    E aí marujos!

    Como faz tempo que não comento aqui! Bem, tecnicamente também não tenho comentado em nenhum outro podcast.

    Ainda não ouvi o podcast, só gostaria de trazer um link legal: http://www.youtube.com/watch?v=4zokJl-Zpg8 é um vídeo do Pirula falando sobre o que anda errado na educação.

    Recenemtente também teve um Na Calçada interessante, foi o 77. O WeRGeeks 80 também fala legal desse assunto. Claro que esses podcasts estão mais voltados para futuro profissional, digamos assim.

    Quanto a minha pessoa, voltei a trabalhar agora dia 14 de janeiro de 2013 depois de um ano parado, digamos assim. Na realidade fiz vários cursos nesse meio tempo e tirei 3 certificações. Como já devo ter dito deixei de comentar em podcasts porque meu humor não estava dos melhores nesses últimos meses. Assim como não ouvi todos Piratacasts que rolaram nesse meio tempo.

    Um abraço e bom 2013 para todos nós!

  12. Morbeck disse:

    Olá piratas, gostei do cast e de toda essa discussão até por que, por enquanto, pretendo ser professor. Sou tdah, imagine então como foi complicado pra mim todos esses anos de colégio e de tentar se concentrar em casa pra estudar? Por isso mesmo eu sempre fico pensando que quero ser um professor que tenha uma aula interessante que consiga prender a atenção do aluno e que traga ele pra discussão, não deixando ser aquele monólogo chato. Lembro que era quando eu podia falar na sala, não só para tirar dúvidas, mas quando havia uma discussão, que eu conseguia fixar mais o assunto, até por isso vou fazer algo na área de humanas (psicologia) e não algo onde eu fique decorando fórmulas.

    Enfim, meu pequeno comentário está bem confuso eu diria, mas espero que vejam como algo do tipo “falem besteira, mas deixem seu comentário ai no post”

  13. Mauricio Geronasso disse:

    Salve Piratas,
    Excelente cast, parabéns pela escolha da pauta e pelo nível da discussão. Muito bom escutar um cast de tamanha qualidade.
    É complicado falar em educação, nunca fui um aluno exemplar, sempre no fundão tocando terror em sala de aula. Hoje formado em Recursos Humanos, acompanho os primeiros passos de minha filha na vida escolar. Realmente hoje é complicado escolher uma escola, pois a maioria já te trata como um n° que vai passar no vestibular. Abrindo um parenteses, você já somaram alguma vez o n° de aprovados que aparecem nas propagandas de cursos preparatorios, sempre tem mais aprovados do que vagas ofertadas. “Tivemos 30 primeiros lugares” ” Das 80 vagas 120 são de alunos que estudaram aqui…” E ai vai!!!!!huahuahuaua
    Retomando, tive a sorte de ter ao lado de minha residencia um colégio que antes de pensar em vestibular, procura tratar o aluno como um ser humano, em formar carater e auxiliar a família em uma boa educação. No primeiro ano de minha filha no colégio (hoje ela tem 3 anos) tivemos uma reunião de pais por bimestre, mais duas reuniões individuais referentes ao desempenho e atitudes dela, bem como estamos sempre em contato com a coordenação da escola, fazendo assim parte do dia a dia escolar. Hoje a qualidade de ensino e a maneira de ensinar mudou e muito. Mas o que vale é estar presente sempre na vida escolar das crianças.

    Abraços

  14. João Paulo Vicente Alonso disse:

    Ótimo Cast, parabéns, sou novo ouvinte do baupirata, mas já conseguiram conquistar um novo ouvinte com esse cast.

    Tenho duas referencias audiovisuais bem legais sobre esse tema.

    O primeiro link e de um vídeo de 11 minutos feito a partir de uma palestra do TED, onde uma empresa de animação faz um trabalho de desenho muito bom em cima do Áudio da palestra.

    Vídeo dublado do RSA: Mudando Paradigmas da Educação:
    https://www.youtube.com/watch?v=DA0eLEwNmAs&feature=player_embedded#!

    Se gostarem do vídeo anterior e quiser mais 45 minutos de discussão sobre o tema.
    Viviane Mosé no café filosofico:
    http://www.cpflcultura.com.br/2010/07/21/cafe-filosofico-cpfl-a-educacao-viviane-mose/

    Continuem com ótimas discussões.
    Abraços e sucesso para vocês.

    Ps: nada como ter a tecnologia a disposição para que possa rapidamente recuperar esses links.

  15. Drigo Menezes disse:

    Primeiramente, fica aqui o meu protesto por não ter sido convidado pra gravar esse episódio (ninguém mandou vocês darem “asa” pra ouvinte, rs).

    Ouvindo o cast não pude deixar de lembrar de algumas cadeiras da minha graduação onde discutíamos os textos e as idéias de Michel Foucault para quem a função da escola era disciplinar corpos e mentes e navegando na net para reavivar minha memória sobre isso, dei de cara com alguns artigos interessantes dentre os quais há um de onde vale a pena destacar uma passagem:

    “Na escola é proibido falar durante a aula, tem que sentar na posição correta para não agredir a coluna, não pode levantar-se da cadeira, é preciso levantar a mão para falar, para dizer que precisa ir ao banheiro. No recreio não deve correr para não cair, é aconselhável não brincar com terra porque suja o corpo e o material escolar, não pode ir beber água o tempo todo, durante as atividades não pode olhar de lado nem conversar com o colega.”

    Quantas regras! Sim a escola é o primeiro espaço fora do ambiente familiar onde nos confrontamos com o poder, com as relações de poder, com a hierarquia. Partindo desse ponto de vista, o papel da escola seria formar indivíduos úteis para a sociedade, pessoas que se encaixem de alguma forma nas engrenagens sociais, que saibam acatar ordens, se comportar, que sejam produtivas, respeitem as regras e a hierarquia. Nesse sentido podemos entender porque a escola não incentiva o que vocês chamaram de “empreendedorismo” mas que podemos chamar de originalidade ou, indo um pouco mais além, pensamento crítico.

    Sendo a escola uma ferramenta de controle do Estado não interessa que ela forme indivíduos críticos capazes de contestar e empreender criando para si um projeto de vida original, pessoas que possam manifestar nas urnas a sua insatisfação em relação a falência da saúde e da segurança públicas, por exemplo.

    Como professor de Filosofia da rede Estadual do Rio de Janeiro eu sempre fiquei assombrado com a total incapacidade dos meus alunos em questionarem a realidade. Não me incomodava que eles não soubessem responder as perguntas que eu fazia e sim que eles não soubessem formular perguntas sobre o mundo ao seu redor. Por isso, sempre fiz questão de deixar claro nos primeiros dias de aula que o meu objetivo não era que eles soubessem quem foram Platão ou Kant, o que eu queria de verdade era que eles fossem capazes de ler as entrelinhas e captar o que não foi dito pelo apresentador do telejornal, que eles questionassem conceitos básicos como maternidade e família e que deixassem suas crenças religiosas do lado de fora da sala para que pudéssemos falar de religião de modo mais amplo. Sempre promovi debates em sala de aula, gostava de ouvir o que eles tinham a dizer e era muito triste perceber que eles não estava acostumados a emitir opiniões…

    A escola tem sido esse lugar de formatação de subjetividades, de normalização do indivíduo mas também pode ser um lugar libertador, tudo depende de que tipo de sociedade queremos. Se não nos comprometermos com a mudança da escola e da sociedade teremos cada vez mais pessoas sem perspectivas, sem ambições intelectuais, autômatos sem vontade própria, pessoas vazias que têm como questões centrais para suas vidas o consumismo, as fofocas sobre celebridades e a espetacularização da realidade ou, num cenário menos desesperador, pessoas que acham que a única forma de vencer na vida é estudando pra passar no vestibular pra uma Federal e depois conseguir um “bom emprego” em uma multinacional, sem nunca se questionarem sobre o que seria um “bom emprego”.

  16. iskilo666 disse:

    Olá pessoal,

    Depois da gravação do programa, achei algumas iniciativas brazucas de reformulação na forma de ensino, e deixo os links pra vocês aqui, já adiantando que vamos falar disso no próximo Papo Pirata (só deus sabe quando vai sair né..)

    Be a Byte – http://www.beabyte.com.br/
    -> Aulas gratuitas de informática, mais voltado para crianças, mas serve também para pessoas em iniciação em informática.

    FGV – Ensino Médio – http://ensinomediodigital.fgv.br/
    -> A FGV abriu um site com aulas EAD de temas do ensino médio, com a qualidade que já é conhecida dos seus cursos superiores.

    FGV – Cursos Gratuítos
    http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/
    -> Também da FGV, cursos gratuitos de curta duração, muitos relacionados para iniciação em finanças.

  17. aLx disse:

    Uma coisa que acho bastante problemático é cobrar maturidade do aluno. Como cobrar maturidade de uma criança de 7 anos? Como explicar para ela que deve fazer sua grade de matérias levando em conta que seu futuro depende das escolhas que estiver fazendo neste momento? Percebo que nem os adolescentes tem maturidade para tanto, embora já tenham compreendimento da dimensão da situação.
    .
    Acredito que o nosso problema seja o desinteresse por conteúdos profundos. Vejam a própria internet. Na virada do ano 1999 / 2000 as pessoas usavam a internet para conversar em chats e fóruns. Acredito que era a “maior experiência” que a internet da época proporcionava.
    .
    Hoje em dia a internet proporciona possibilidades muito mais amplas, como assistirmos filmes online, participação em sites e comunidades com jogos (FaceBook e Orkut) e até mesmo jogos online, como Steam, PS3 e XBox. Não podemos limitar o problema desta falta de interesse dos jovens apenas à web, e sim aos novos costumes que foram criados.
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    Achei interessante falarem que os pais deveriam participar mais das lições de casa com seus filhos. Não sei vocês, mas eu estou muito desatualizado.
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    Quando fiz um cursinho pré-vestibular, o professor de GeoPolítica disse uma coisa que acho muito correto. Ele falou que nós, adultos, deveríamos voltar a este tipo de cursinho de 5 em 5 anos para fazermos uma espécie de reciclagem.
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    Explico.
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    Vejam, as regras de acentuação mudaram. Países na Ásia mudam de nome a toda hora. O mesmo na Ásia e Europa.
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    Quando estudei, só existiam os planetas do sistema solar. Hoje são centenas. Em breve serão milhares.
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    O Átomo era a menor partícula. Hoje já estamos vendo a confirmação de que a matéria é composta por cristais de energia regidos pelos bósons de Higgs!
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    Caras, estou desatualizado PRA KCT!!!
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    Como poderia ajudar meu filho com lições de casa?
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    Iria parecer aqueles tios velhos ( —> @Nerdanderthal) que falam: Ah, no meu tempo era PHARMACIA!
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    Sobre leitura, devo dizer que também comecei com Coleção VagaLume e, como já disse em outro lugar, Isaac Asimov. Tive a sorte de estudar em uma escola que tinha uma grande biblioteca. E, depois migrei para a Biblioteca Municipal de Franca.
    .
    Alguém aí tem ficha na Bibilioteca do seu Município??? Podemos criticar que os jovens estão desinteressados se nós mesmos não damos o exemplo? Eu, no meu MEA CULPA, devo dizer que nunca levei meu filho a uma biblioteca.
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    =(
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    Gostei da ideia de Doação de Livros. Preciso dar uma olhada se o Exército da Salvação aceita livros. Se aceitarem, pode ser um canal legal para nos livrarmos de volumes que já não nos é mais interessante.
    .
    E por favor, não falem mal de Galinha Pintadinha e Backyardigans. Estes desenhos são voltados para crianças muito pequenas. E funcionam excelentemente como “babás eletrônicas”. Tem hora, que nada mais ajuda!
    .
    Grande podcast, flibusteiros!
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    Muitíssimo obrigado!
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    aLx

    • Nerdanderthal disse:

      Só discordo do “Tio velho”. O pior é o “tio desatualizado”, aquele que pára no tempo, que se conforma com o que sabe ou vive do passado com frases feitas “no meu tempo eu sabia de tudo”; é melhor segurar uma vela e deitar.
      Os atuais meios de comunicação, as mídias, nos dão tanta informação que só não se atualiza quem não quer (ou não pode por problemas de saúde).

  18. Felipe Lemos disse:

    Ôpa marujada!
    Bem, eu peguei os comentários de última hora, ou chamada, pelo facebook.
    O cast foi ótimo como sempre, mas claro, é complicado ter unanimidade num assunto desses.
    Não querendo criticar, mas vi em Wagner uns pensamentos típicos esquerdistas, que imperam em nosso meio acadêmico da área de Ciências Sociais etc. Falo isso pela ideia que pareceu simplória sobre a questão do empreendedorismo. Não creio que existe um desejo “por trás das massas” que incentive o empreendedorismo a fim de empresas maiores depois sugarem estas. Sim, sei que algumas empresas se aproveitam de outras menores, mas é fundamental em uma sociedade pessoas dispostas a resolver problemas da própria sociedade, por mais que aparente que isso é apenas uma questão de preencher nichos de mercado. Nisso gostei muito do posicionamento do Maury do Viaregiques.
    Temos que lembrar que grandes Universidades como o MIT se estabeleceram no meio acadêmico dispostos a resolver problemas da sociedade e isso gerou coisas como o Vale do Silício.
    Mas também concordo com a falta de valorização do nosso ensino, defendido pelo Wagner.
    Estudei no CEFET-PE, na época de transição entre Escola Técnica para Centro de Tecnologia. O foco do ensino lá na época nunca foi diretamente o vestibular, mas sim a matéria em questão no período (nós escolhíamos o que íamos “pagar” no início do semestre, assim como na Universidade).
    Os professores muitas vezes eram carrascos, reprovando algumas vezes metade da turma, porém ninguém tinha coragem de dizer que não era ensinado de forma devida ou senão que os professores foram injustos. A consequência desses atos eram que ao chegar na Universidade, cadeiras como Cálculo (nós tínhamos introdução a Calculo no último ano do Ensino Médio na Escola Técnica) ou Física se tornavam mamata para nós. Me recordo de frases do tipo, “Física I é muito fácil, parece um pouco com as provas que fazíamos no Ensino Médio, só que com Integrais envolvidas” (e dependendo do professor que você estudava no CEFET, era bem capaz de você aprender a resolver problemas do Ensino Médio usando métodos só ensinados na Universidade). Enquanto isso, vários alunos de escolas particulares, que estudaram apenas para passar no vestibular, muitas vezes de cursinho, estavam sendo reprovados. Só um detalhe, Cálculo I e Física I são as cadeiras que mais reprovam no primeiro período, a ponto da Universidade oferecer cursos de reforço antes do início das aulas. Não estou generalizando, mas era raro também ver algum aluno que foi do CEFET se dar mal nas cadeiras que citei.
    Com o passar dos anos as coisas foram mudando, e hoje soube por professores atuais que está muito mais difícil ensinar. A qualidade dos alunos está precária (antes havia um rígida seleção dos estudantes) e os “Pedagogos” da escola pressionam os professores quando ocorre alguma reprovação. Não sei o motivo disto, mas uma Escola que antes significava excelência, se tornou algo qualquer, por causa de exigências ridículas do Governo que aparenta mais se preocupar com números do que qualidade.
    Enfim, não vou prolongar mais, tanto é que é muito assunto para lembrar.
    Parabéns e estava já sentindo falta, depois de tanta periodicidade, vocês desaparecem. Mas obrigado por brindar-nos com assuntos tão bem desenvolvidos.

  19. […] Cinecast Cult 45 – O Poderoso Chefão 3 Jurassicast 46 – Todo Mundo Já Passou Por Isso  Piratacast 45 – Educação Programação Cubo de Conteúdo – Campus Party 2013 WeRGeeks no Facebook WeRGeeks no Google […]

  20. Ian R. disse:

    O podcast foi tão repercurtido. Que nessa semana no programa da Fatima Bernades se debateu sobre o xip de localização no uniforme escolar e o tema acabou rapando levemente na qualidade do estudo como um todo.

  21. […] No Papo Pirata de janeiro os piratas Jabour_rio (@jabour_rio), Iskilo (@iskilo666),  Junior (@junior_cq) e Cleverson (@cleverson) abrem mão da organização e do cronograma (?), pulando o Diário de Bordo e indo direto para o feedback de vocês, ouvintes e leitores, sobre o Piratacast 45 – Educação!. […]

  22. Kaike Vilela disse:

    Piratas, primeiro quero dizer que virei fã imediato do podcast, e que concordo com a transição de humor para sociedade e cultura na indicação do iTunes. Vocês estão realizando os debates com maestria e excelentes convidados.

    Bom, prosseguindo com o tema educação.

    Assumo que não lí todos os comentários, pois eu estou com pressa, mas não queria deixar de participar.
    Enfim, no Piratacast de Política, já no final, o participante Sérgio comentou uma coisa fantástica, (que também foi comentada no papo sobre educação), nossa educação é firmada dentro de conceitos e padrões que tem milhares de anos, como isso foi o que mais me chamou atenção, duas coisas me fazem pensar sobre isso, uma é que: Muitos gênios políticos, cientistas, filósofos, artistas, profissionais da saúde etc, foram formados nesse sistema de ensino, bom a questão que quero levantar aqui é: Será que o sistema da época ajudou esses grandes nomes a se fundamentarem e se tornarem o que foram e o que são? Ou não? Ou não tem nada haver uma coisa com a outra?

    E o segundo questionamento que me ocorreu foi: O profissional que escolhe a carreira de professor acaba recebendo o titulo de educador. Isso é bom? Ou deturpa a expectativa desses profissionais diante da sociedade? Ou um independe do outro?

    Bom, é isso que tenho para compartilhar, prometo tentar ler com calma os comentários e espero que saibam que tenho um sentimento de gratidão com vocês, pois são responsáveis por engatilhar o senso argumentativo em jovens como eu, pois utilizam de um meio extremamente atrativo (podcast/internet) dentro de um ambiente maravilhoso e bem feito, para nos levar temas que abrangem tudo que pensamos diariamente e muita das vezes não temos com quem debater e discutir. Afinal, tente falar sobre parâmetros pedagógicos ou ministério público ou uma série que não seja TBBT ou Friends com amigos de faculdade…

    Meu nome é Kaike Vilela, tenho 22 anos, moro no interior do rio de janeiro e sou estudante de Engenharia.

    espero ter contribuído para o blog…

    Yahooooow Piratas!!!

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      Só é uma pena o Papo Pirata ter sido lançado antes de termos visto seu comentário, cara… Muito legal o seu feedback. Valeu aí por ouvir-nos e participar nos comentários…
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      • Kaike Vilela disse:

        Paciência cara, o mole foi meu, mas no próximo eu escrevo com antecedência, comecei a ouvir vcs deve ter uns 3 dias então de qualquer forma imagino que não daria tempo. E já fico feliz que tenha me respondido! abração vlw!!

  23. Olá Piratas, tudo bom?

    Atrasado por conta das férias, mas passando por aqui pra contribuir e agradecer o episódio.

    Ótima discussão, muito interessante realmente. Acho que a educação precisa realmente de uma sacudida. A tecnologia deve ser utilizada sim, nunca substituir alguém (até porque não são todos que conseguem aprender sem um professor). Acho que deve ser utilizada como ferramenta para auxiliar o aluno, não vejo o professor sumindo. Podemos pegar um exemplo simples, o próprio podcast. É uma mídia que serve muito para este intuito (confesso que aprendo um monte de coisas com diversos podcasts todos os dias) e poderia ser utilizada para este propósito. Acho que a educação no geral precisa de uma sacudida!

    Abraços e muito obrigado pelo programa!

  24. Muito interessante o tema piratas! Faço aqui também a minha contribuição. Sou mestrando em Jornalismo e assim vou abordar a questão pelo lado das humanidades, pois desconheço como funciona o processo nas ciências exatas ou biológicas. O negócio é que vejo um problema muito grande na falta de compreensão que as pessoas têm sobre o que significa fazer um mestrado ou um doutorado. Não é simplesmente uma continuação da formação universitária, o objetivo é outro. O simples fato de fazer um mestrado não vai ter tornar um melhor professor ou um melhor profissional da sua área. Um mestrado vai te tornar um melhor PESQUISADOR. É por isso que o Maury, que só quer dar aula, pode se sentir satisfeito simplesmente com a sua licenciatura. Da mesma forma, eu, se decidir voltar para a redação, não vou ser mais valorizado que um outro repórter pelo meu mestrado. Ele, em si, não indica que sou um jornalista melhor. Assim, mestrado e doutorado são para aqueles que tem pretensões acadêmicas (seja a docência, seja mergulhar mais a fundo em sua pesquisa). A única vantagem fora da Universidade é no caso dos concursos públicos, já que quem tem uma pós-graduação pontua mais na prova de títulos! Bom, É isso galera, parabéns pelo cast!

  25. FrankCastle disse:

    Fala aí pirataiada!

    Ótimo episódio! Educação é algo muito importante, mas acho que não pode se resumir somente para preparar para vestibular/mercado de trabalho, a Cultura (que também considero como parte de uma boa educação) é de grande importância também. E o que acho que mais falta hoje em dia no Brasil é exatamente isso: Cultura!

    Um abraço!


    .
    @jabour_rio, @iskilo666, @junior_cq,
    @cleverson, @piratacast, @baupirata