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Piratacast 39 – Tecla SAP

11 / jul / 2012
Papagaio Pablito


Por que temos tanto carinho com os filmes de nossa infância, do nosso passado? É a tal “memória afetiva” ou eles eram bons mesmo? E os filmes de hoje, são assim também ou é mais do mesmo? E a dublagem, salvava muita coisa? Definiu nossos gostos? E o preconceito nos dias de hoje, como fica? Foi pra responder essas perguntas, e fazer muitas outras, que Jabour_rio (@jabour_rio), Iskilo (@iskilo666), Junior (@junior_cqe Cleverson (@cleverson) contaram com a grande presença de Calavera (@GRIMCalaveraBrunão, do Jurassicast!

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Babe – O porquinho atrapalhado na cidade
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Categoria(s): Piratacast

44 marujos comentaram até agora...

  1. Fernando Minotto (@fminotto) disse:

    Boa tarde marujada!

    Tenho deixado de assistir filmes dublados pois percebo que o som do filme oscila muito no volume. Principalmente filmes de ação. É até uma briga em casa pois tenho que deixar o som um pouco mais alto para poder ouvir o diálogo e quando vem as cenas de ação o volume estoura e fica muito alto. Por este motivo tenho preferido assistir os filmes, em casa, na opção de áudio em inglês e legendados.

    Abraços!

  2. aLx disse:

    Posso sugerir o critério para escolha do vencedor do Vaucher NetFlix?
    .
    Que tal se os comentadores escolhessem? Não vale votar em si próprio!
    .
    Sobre o programa, caras, demais esta união do Jurassicast e Baú Pirata. Sensacional!
    .
    O programa ficou muito engraçado e, ao mesmo tempo, cheio de opiniões legais sobre esta questão de tradução, legenda, etc, etc.
    .
    Li o material do Brunão em relação ao texto da Época. Acho que cada um tem que escolher o que lhe é melhor.
    .
    No meu caso, prefiro filmes dublados pq consigo prestar mais atenção ao filme todo.
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    Qdo assisti Prometheus recentemente, preferi uma versão 2D e Dublado. Foi ótimo!
    .
    Em relação ao lance de atores e celebridades serem chamados para participar da dublagem, acho que a pior sacanagem é que — com certeza o Luciano Huck — ganhou muito mais do que um dublador de carreria pelo mesmo trabalho. E com qualidade visivelmente inferior.
    .
    Isso é triste.
    .
    E por falar em dublador, é só eu ou tem mais gente que acha a voz da Ira Croft igual à da Mônica Rossi?
    .
    Abraços.
    .
    aLx

  3. Ricardo Ferro disse:

    Duas coisas:
    1) Não dá mais pra assistir nada na Sky. Já deixei de mão faz tempo. Além dos malditos comerciais nas horas mais impróprias (com o som muito alto) e que duram uma eternidade, ainda existem as chamadas de outras atrações do canal na tela (topo, rodapé, onde der). Aí não tem cristão cinéfilo que suporte. É muita distração, muita coisa disputando a tela; Quem se concentra?
    2) Devo ser o único cara que gosta da versão original de De Volta Para o Futuro. Mas tem a questão emocional que fala mais alto: vi o filme no cinema, legendado. E voltei mais 4 dias seguidos pra revê-lo, pegando duas, três sessões (o cinema era perto da Escola e era época de provas – eu saía cedo e ia pro filme). Depois peguei aluguei em VHS (legendado) e copiei pra mim. Só vim ver a tal versão dublada quando passou na Globo.

  4. Galera, se não me engano tem uma entrevista do Briggs (não sei se é nerdcast ou radiofobia) que ele fala que a dublagem brasileira acumula muitos prêmios internacionais, e que os próprios estúdios (universal, etc) declaram que a versão brasileira foi a melhor produzida. Por isso que a dublagem aqui é tão reconhecida!

  5. Ah Jabour! Confere um filme brasileiro dublado em inglês pra vc ver! Aqui, o trailer de Elite Squad!

    http://www.youtube.com/watch?v=cb-rUfBTQ1g

  6. Leonardo Godinho disse:

    Os filmes de nossa infância nos marcaram devido a acontecimentos, ao momento, ao que “queríamos” na época. Eu adoro até hoje “Curtindo a Vida Adoidado”, que vejo sempre que me dá vontade (nostalgia). Adoro a trilogia “De volta para o Futuro”. O 1º filme devido a eu estar estudando na época e o 2º devido a tratar de futuro, viagens no tempo, coisas nerds. rsss… E esses são 2 de N filmes bons e que marcaram.

  7. FrankCastle disse:

    Fala aí pirataiada!

    O mais importante é ter opção. Quando eu alugava fitas VHS, gostava mais de legendados e, por conta disso, ia até uma locadora bem mais longe de casa, a que ficava próxima tinham sempre várias cópias, todas dubladas.

    Acho que a pior coisa da dublagem é a referência. Pois nos acostumamos a associar a voz de algum ator como Stallone a um dublador e quando mudam o dublador há um estranhamento, mesmo que a dublagem seja bem feita. Da mesma forma, acho que dublagem versus áudio original pode ser questão de referencial. Geralmente, quando assisto um filme pela primeira vez dublado, não estranho. Já quando o assisto primeiro legendado, sim.

    Sempre gostei mais de filmes legendados, sempre os achei mais imersivos. Mas é claro que tem alguns de comédia e os clássicos que assisti na TV que tenho grande memória afetiva.

    Muitos taxam quem gosta de filmes dublados como preguiçoso, mas tem gente que realmente prefere filmes dublados. Lembro quando participava de um site P2P e tinham salas de bate papo no Team Speak, conversava com brasileiros de vários lugares do Brasil e mundo afora. Tinha um cearense que morava na Alemanha e dizia que só gostava de filme dublado. Mas aí eu perguntei: mas e aí, quando é um filme novo que sai no cinema, como faz? Ele respondeu: vejo dublado, dublado em alemão mesmo!

    Vale lembrar que, naquela época, (começo dos anos 2000), filmes dublados no Cinema aqui no Brasil, só quando eram de comédia ou animações, filmes de ação, terror, etc, eram todos sempre legendados. Enquanto na Europa, parece haver um “orgulho” da língua nativa. E já acontece há um bom tempo. Aqui no Brasil, filmes dublados no cinema estão começando a se tornar mais frequentes nos últimos anos.

    Não digo que é o melhor, mas hoje o dublador que mais gosto no Brasil é o Alexandre Moreno. Não só por ter um timbre de voz legal, mas pela atuação mesmo. Virei fã dele com a dublagem de Tony Russo (irmão da “Blossom”). Depois interpretou personagens em séries como Fastlane e “O Jim É Assim” (According To Jim), sem contar o “Síndrome” de Os Incríveis.

    Também gosto muito do Garcia Jr. (Deckard em Blade Runner, McGyver, He-Man), Nizo Neto, Guilherme Briggs e outros que não vou saber os nomes.

    Um filme que até hoje não consegui ver legendado, mesmo querendo fazer isso, é “Os Aventureiros do Bairro Proibido” (Big Trouble In Little China). E, felizmente, o DVD duplo que comprei vem com a dublagem clássica, 2.0 mono… mas está lá e é isso que importa. Kurt Russel conduzido por John Carpenter em sua melhor forma:

    – Jack Burton (Kurt Russel) “Sabe o que Jack Burton faria numa situação dessa?”
    – Vião: “Quem?!”
    – Jack Burton (Kurt Russel) “Jack Burton! Sou eu… Ele diria ‘qualé a parada?’ ” hahahahaha

  8. aninhamac disse:

    Moro na Italia a 12 anos, e discordo com o fato que a dublagem brasileira seja a melhor do mundo.
    Mesmo que o italiano não seja a minha língua de origem, acho muito melhor a dublagem deles.
    Aqui os filmes demoram muito mais para chegar do que aí no Brasil (reconheço que aqui também tenham preguiça de ler as legendas), mas no final quando chegam, você sente a emoção da cena, na voz do dublador, quase como se fosse o próprio ator que está atuando. Um outro detalhe muito importante que na minha opinião conta muito, é que na dublagem italiana, a voz do dublador é muito parecida com a ator que esta atuando.
    Não consigo de jeito algum aceitar a dublagem brasileira, desisto de ver o filme antes mesmo de terminar!
    Um abraço para todos do PirataCast. 😉

  9. Lucas Amura disse:

    Salve, Piratas!

    Mais uma superprodução com o selo Baú Pirata de qualidade e dublada pelos estúdios Jurassicast.

    Como morei no Japão e tive a oportunidade de viajar a outros países a serviço, acabei conhecendo um pouco do que fazem lá fora em termos de dublagem.

    A título de curiosidade, as dublagens japonesa e francesa são as que realmente me dão dores no ouvido. No caso do francês é apenas pela falta de cuidado que eles têm com a dublagem.

    Mas o caso do japonês é compreensível até mesmo por causa do idioma, que segue o padrão SOV (sujeito-objeto-verbo), enquanto as nossas línguas ocidentais seguem o padrão SVO (sujeito-verbo-objeto). Isso dá uma complicação imensa para a dublagem. Por exemplo, tentem imaginar a seguinte cena:

    Em um filme estadunidense, uma discussão entre um casal, a mulher grita: “Eu QUERO que você vá lá AGORA!”. Em português-brasileiro, por mais que a musicalidade rítmica de nossa língua seja diferente do inglês, os dois idiomas, por seguirem o padrão SVO, permitem que a dubladora brasileira coloque ênfases verossímeis nas aberturas de boca da atriz original.

    Em japonês, a frase acima soaria algo como “Eu você para lá agora que vá QUERO!”. Perceberam? Mas além da dificuldade em transformar interpretativamente uma língua SVO para SOV, há também todas as questões culturais que influenciam os trejeitos da dublagem em questão. Por isso que a dublagem japonesa é muito ruim (na minha opinião de m…).

    O caso mais curioso de dublagem é a polonesa, em que (pelo menos até algum tempo atrás) uma única pessoa fazia todas as vozes de uma novela, um seriado ou filme, com o som original por baixo, mais ou menos ao estilo dos programas do History Channel. Vi uma vez e achei muito engraçado, mas o polonês que me mostrou isso ficou bravo comigo… =)

    Aqui na América Latina considero a dublagem mexicana uma das melhores. Nos países vizinhos, com exceção da Argentina, os filmes dublados em espanhol são quase todos feitos no México por algumas razões: proximidade com os EUA e facilidade de acesso às tecnologias e estúdios, o espanhol falado no México é considerado muito bom em termos de pronúncia.

    Minha esposa é peruana, e em casa às vezes assistimos aos filmes dublados em espanhol. Gosto muito do trabalho dos mexicanos.

    A questão levantada no podcast sobre a diferença de áudio dos efeitos sonoros e músicas e as vozes dos atores é uma briga constante nas dubladoras. Quando fiz meu curso de dublagem, foi-nos explicado que isso se deve ao fato de que os estadunidenses amam efeitos sonoros e geralmente exageram nisso, ao passo que nós, no Brasil, damos mais ênfase nas falas dos atores. Então os técnicos fazem malabarismos para equilibrar tudo. Não é exatamente uma justificativa, mas é o que parece acontecer nos estúdios.

    Ainda sobre a dublagem brasileira, embora eu não precise de legendas em alguns idiomas para assistir a filmes estrangeiros, prefiro assisti-los dublados, pois sou fã mesmo do nosso trabalho nacional. Contudo, há vezes que fico irritado com o que alguns estúdios fazem. Vou citar um exemplo.

    Estávamos vendo uma série que conta a biografia do mestre Bruce Lee, uma produção China-EUA, chamada “A Lenda de Bruce Lee”. A dublagem toda foi feita pela BKS, um estúdio daqui de São Paulo, com vozes conhecidas como a do Nelson Machado fazendo o pai do Bruce Lee e outras vozes menores.

    Ocorre que não houve nenhuma preocupação com a direção de dublagem em preservar uma pronúncia aproximada dos nomes chineses, sequer o estilo que Bruce Lee aprendeu é pronunciado corretamente. Eles insistem o tempo todo em dizer “Yong Shun”, quando na verdade é “Wing Chun”. Não bastasse isso, a sincronização e a atuação dos dubladores são ruins.

    Ou seja, não houve pesquisa nem esmero da direção de dublagem desse seriado e isso torna o trabalho final muito ruim, pouco aceitável.

    É preciso entender que os culpados não são os dubladores, mas os diretores de dublagem, como mencionei acima. São eles os responsáveis por extrair o melhor dos dubladores, e ir atrás das informações que tornarão o produto final ótimo para quem vê. Exemplo disso foi a direção de dublagem do último filme de Jornada nas Estrelas, para o qual foi contratada uma professora de russo para ensinar o sotaque correto ao dublador do Chekov.

    Tenho sido chamado para fazer dublagem de documentários em Esperanto. Até uns anos atrás a minha pronúncia desse idioma era considerada como uma das melhores (não vale fazer a piada de que só existem 2 falantes de Esperanto no mundo, certo? =). Então há ocasiões em que ainda sou chamado para trabalhos assim. Pena que nenhum deles está disponível ainda. Mas mesmo que estivessem, quem iria entender? =)

    Acho que nunca escrevi tanto assim em um comentário antes. Desculpem-me pelo tamanho, mas é que me animei muito com o bate-papo que tiveram com os amigos do Jurassicast.

    Sensacional episódio! Vocês nunca decepcionam!

    Parabéns e abraços!

  10. Vinícius Schiavini disse:

    Só pra constar que ainda vou ouvir, mas espero que na trilha tenha alguma música da BANDA Tecla Sap, do Rafael Pepe. =)

    Abraços, piratas! Ahoy!

    (Comentaria mais coisas, mas me censurei =D)

  11. Tourinho disse:

    O filme que tem peitinhos e passava na sessão da tarde era “Quase igual aos outros”

    E aqui tá o torrent dublado: http://isohunt.com/torrent_details/296843561/quase+igual+aos+outros?tab=summary

  12. Tourinho disse:

    E eu gosto do seriado da Hannah Montana, e admito!

  13. Erick Santos disse:

    Antes de qualquer coisa, gostaria de discutir o que é interpretar? Pergunto isso por um detalhe simples, a natureza de uma pessoa não é igual a outra, e

    para entender uma linguagem não basta apenas traduzir palavras e entonações, isso vai além. Para entender melhor sobre isso sugiro pesquisar sobre Relatividade Linguística, Hipótese de Sapir-Whorf.
    Mas porque isto num cast sobre dublagem? No meu entendimento é importante tentar entender que existem diferenças, e não só no aspecto da adaptação do

    conteúdo a um público, mas como o público a realidade do conteúdo. Uma cena emblemática para mim que traduz isto é no Devolta para o Futuro III, quando Dr

    Brown envia o Martin com roupas completamente loucas. Um exemplo mais tangível seria a nossa própria realidade, onde muitos de nós não conhecem os EUA em

    sua totalidade, com os costumes regionais de cada estado e trejeitos locais, apenas pelos filmes. Sabemos bem que os filmes exibem o que melhor atende ao

    roteiro, vide Velozes e furiosos 5.
    Quantas vezes não vemos pessoas diferentes, e que se não fosse a realidade, poderiamos chamar de “péssima” interpretação. Pessoas extremas que externam a si, sem as barreiras culturais que moldam o senso comum.
    Eu gosto de ouvir no audio original justamente para tentar entender a expressão da cultura, assim como ouvir em meu idioma para sentir-me em casa, e cumprir o objetivo do filme, que é entreter e dar uma nova perspectiva de um novo mundo.
    Espero não ter me alongado demais, mas depois nós discutirmos mais.

  14. Morbeck disse:

    Episódios longos sempre me deixam com dificuldades para comentar tudo o que eu pensei durante ele, mas vamos lá.

    Quando eu era pequeno e até um certo ponto da minha juventude eu só gostava de filmes dublados, depois que comecei a estudar inglês (não levei tão a frente, mas mesmo assim) só gostava de assistir filmes legendados e é assim até hoje e não só com o inglês, acho que tem uma certa essência sabe, até a animes eu só assistia legendado. Claro que tem algumas exceções, como o filme “esposa de mentirinha” que acabei vendo dublado por que era a próxima sessão no cinema e eu achei que ficou incrível, além d’eu gostar do filme.

    Assisti hoje o A Era do Gelo 4 dublado, achei uma boa dublagem, mas a voz do vilão é meio fraca, pode ser por que o vilão anterior era um dinossauro mega foda, mas de qualquer forma, achei até a voz daquela cacatua do filme RIO “melhor”. Outra coisa, antes do início do filme passou uma pequena animação de uns 5 minutos com a meg simpson e o que vocês falaram sobre “plaquinhas” e nomes de coisas, foi irritante, como ela não fala, é tudo pelo visual, ai tem uma parte que é uma sequência de “amostra” de elementos que ela vai usar, ai fica a todo momento aquela voz fora de contexto falando as coisas, cortando o clima.

    Eu não tenho muito apego a dublagens, até por preferir~ legendagens~, mas uma das coisas que eu já tentei ouvir o original e não tive como gostar foi o chaves. E pra falar a verdade dificilmente alguém gostaria, por que é algo tão antigo e tão duradouro que pega muito pela questão do emocional, atingiu a infância de vários. Fora que a dublagem é tão boa que não acho que alguém teria se preocupado em querer ver legendado.

    Sobre tv por assinatura: Eu não tenho, mas toda vez que vou na casa de alguém que tenha eu passo essa raiva com os comerciais, por que são repetitivos e a prazo. É como a mãe chamar mais de 2 vezes para o almoço, tipo, você já sabe que a porra da comida está pronta, falou uma vez ta bom.

    Já conhecia o Jabour por contas de visitas dele em outros podcasts, mas nunca tinha parado pra ouvir o pirata cast ou o fiz apenas uma vez, que seja, mas vim aqui, acabei ouvindo o de religiões e a coisa deslanchou, estou acompanhando e gostando muito.

    Então é isso, foi um ótimo cast.

  15. Gilmar Lima de Souza disse:

    Fala marujada!

    Que união sensacional essa com a galera do Jurassicast! Fiquei muito contente mesmo!

    Eu vou confessar que até um tempo atrás eu tinha uma regra bem clara: filme dublado só animação e seriados antigos como Mundo de Beakman (que tem no Netflix), Magyver, etc.

    Como eu sempre utilizei os video-games, filmes e seriados para praticar inglês, desde criança eu queria assistir filmes legendas. Para vocês terem idéia, eu tenho até hoje um VHS Original do Rei Leão Legendado (e olha que o dublado é sensacional).

    Mas ficando mais maduro e recebendo boas influências de podcasts como o Jurassicast e até mesmo o próprio conteúdo do Netflix e comecei a relevar sobre os filmes e seriados dublados e já os assisto sem tanta rejeição.

    Para não deixar o meu cometário enorme gostaria de deixar três sugestões de conteúdos dublado no Netflix com uma qualidade excelente.

    – Battlestar Galactica: Eu meio que fui obrigado a assistir as primeiras temporadas no netflix dubladas pq não tinha outra opção, mas a dublagem é excelente. Os dubladores dão um tom certo a cada personagem e estranhei muito quando comecei a assistir com som original.

    – Hércules da Disney (esse eu assisti no cinema mas tem no Netflix): animação disney tem um padrão de dublagem altíssimo, mas eu acho que nesse filme a equipe se superou principalmente na parte musical, pois cantar aquelas músicas no estilo Gospel americano em português não é para qualquer um.

    – SOS tem um louco solto no espaço: esse filme foi recentemente discutido no Jurassicast. É o tipico filme que a Dublagem melhora o filme 100%. É Hilário!

  16. Ednaldo disse:

    Prefiro filmes legendados, se o idioma original for Inglês, já se for espanhol ou outra língua prefiro dublado, não sei, pode ser preconceito mesmo mas sou assim.
    Acho que um pouco se deve ao fato de eu adorar Inglês, vou dar um exemplo: Ouço podcasts americanos para treinar o idioma (twit, ign), jogo games em inglês, meu celular, meu Windowd etc estão todos em inglês também, isso é um pouco cultural, gosto de treinar o idioma com filmes em inglês para apurar meus ouvidos.
    Já se for uma animação, concordo com oque disseram no Cast, assisto tanto dublado quanto legendado sem problema.
    Percebi no Cast que os dubladores são atores e tem um trabalho enorme para deixar o filme pronto para o público brasileiro e os parabenizo por isso, já que tem muita gente que prefere em português.
    Abraços

  17. Olá piratas,

    O podcast fico bem legal, participação bem legal esta dos guris do jurassiCast.

    Bem, falando sobre filmes dublados, eu até que gosto e admito não me incomodar muito com algumas dublagens escrotas, mas assisto muitos filmes em inglês, talvez por habito ou por querer prestar mais atenção no filme.

    As poucas vezes que a dublagem me incomoda é quando fica muito perceptível que a pessoa que esta dublando um filme tem a mesma voz com as mesmas características de outro personagem de outro filme.
    Nas dublagens como as de Luciano Huck e dos dois filmes de Shrek, eu apenas ignorei a dublagem e o incomodo que ela poderia me causar, no caso do Luciano Huck, eu apenas prestei mais atenção nas formas da animação e nos detalhes. Não foi uma solução 100%, mas já ajudou.

    Abraço, ótimo podcast

    • Filipe MacLeod disse:

      Essa do Luciano Huck incomodou mesmo, incrivelmente preferi assistir a esse dublado, mas acho que foi mais pela semelhança da voz dele com o personagem…

      Ao contrário disso gostei muito da dublagem do Leandro Hassun e do Marcius Mellhen no Meu Malvado Favorito… achei bem bacana!!!

  18. Dmitry disse:

    Olá,

    Ainda estou no meio do programa mas resolvi passar aqui para opinar sobre o “trabalho” da Blizzard em relação à dublagem.

    Meu problema com Diablo é o mesmo que tenho com o cinema. Quer ver dublado, tudo bem, mas dê opção para as pessoas. A Blizzard vendeu Diablo 3 por 15 dias em seu site e só depois vendeu fisicamente nas lojas. Esperei para comprar por querer incentivar a indústria nacional de games e me lenhei.

    Três semanas depois do lançamento a Blizzard bloqueou o jogo apenas para dublagem em português. Quem comprou no site pode jogar em inglês, quem comprou a mídia física teve que tomar um supositório de dublagem. Quem quiser saber mais pesquise sobre o erro 81.

    Minha opção pelo som original não fica apenas no inglês, que entendo bem, mas também com outros idiomas. Filmes como Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, Ringu, Rec e muitos outros ficam melhores (para mim) em seus idiomas originais, pois toda a emoção de uma cena faz parte da interpretação dos atores, algo que não consigo sentir nas dublagens.

  19. Renan Aspira disse:

    Eu me achava um puritano da língua portuguesa, mas o pessoal do Jurassicast me humilhou nesse quesito. 😛

    Não vejo nenhum problema com filmes ou séries dubladas. Lembro quando comecei a ver Lost de madrugada na Globo e era dublado. Até hoje acho a dublagem melhor que as vozes originais. uma pena que resolveram mudar de estúdio e, consequentemente, de dubladores na 3ª temporada. A partir dai só via legendado mesmo.

    Normalmente eu sigo uma regra quando vou ver algum filme. Se for animação eu procuro a versão dublada, mas se for com atores reais ai é legendado mesmo. A exceção a esse caso é quando vou ao Cinema e só tem a versão legendada em 3D ou muito tarde. Os três últimos filmes são bons exemplos disso. Prometheus vi dublado porque só tinha 3D ou muito tarde, Homem-Aranha legendado 2D por ser com atores e Valente dublado em 2D por ser animação.

    Os motivos para ver legendado são vários para mim: me familiarizar e/ou aprender a língua original do filme,não perder a atuação do ator escolhido pelo próprio diretor para o filme, analisar diferenças culturais, entre outros.

  20. Filipe MacLeod disse:

    E ae Piratas!!! Excelente podcast!
    O tema foi muito bem escolhido, e os participantes do Jurassicast mandaram bem… já segui e adicionei todos e virei fã…

    Alguns filmes realmente perdem o sentido se forem ouvidos no original… além de todos os que vocês citaram, tenho alguns exemplos:
    • Independence Day (Assistindo agora no FX), tenho o dvd e ele não vem com a dublagem em português infelizmente e digo que adoro a dublagem!!!
    • Duro de Matar – Difícil ouvir uma outra voz que nem a do dublador do Bruce Willis, Newton da Matta que infelizmente faleceu em 2006 e perdeu-se um pouco do brilho pois aquela voz era genial!!!
    • O Demolidor – Não consigo assistir a este filme no original, a dublagem do Stallone e do Snipes estão fodasticas…
    • Batman – A dublagem dos filmes do Tim Burton foram muito bem colocadas, conseguiram trazer todas as vozes dos dubladores originais de cada ator… sensacional!

    Ah! nos áudios que vocês apresentaram durante o cast, quando passaram o de UP, não era a voz do Chico Anysio naquele trailer, se repararem a voz é diferente, ele dublou o filme mas quando lançaram o trailer, ele ainda não havia sido contratado…

    Quanto à dublagens que não gostei, cito a de Lost, não consegui aceitar, e a do coringa no novo Batman, apesar de gostar das demais vozes…

    Enfim… ótimo tema, excelente abordagem!!!
    E QUERO 6 MESES DE NETFLIXXXXX!!!!

    • .
      “…Ah! nos áudios que vocês apresentaram durante o cast, quando passaram o de UP, não era a voz do Chico Anysio naquele trailer, se repararem a voz é diferente, ele dublou o filme mas quando lançaram o trailer, ele ainda não havia sido contratado…”
      .
      Agora sim ganhou meu respeito… Quando eu tava procurando o áudio do “UP” eu realmente pensei que havia algo errado ali porque não era a voz que eu lembrava do filme que vi com a dublagem do Chico Anísio, porém eu achei que era impressão minha e coloquei mesmo assim… Valeu pelo aviso!
      .
      .

  21. Diogo Lopes Bastos disse:

    Cast muito bom piratas, vou falar que não tenho nenhum problema em assistir filmes dublados no cinema (tanto que vi no cinema X-Men: Primeira Classe, X-Men Origins: Wolverine e O Incrível Hulk), quando vejo no som original não ponho a legenda para ir treinando o meu inglês, só em alguns casos. Me incomodei com as redublagens que fizeram nos filmes De Volta para o Futuro e O Exterminador do Futuro 2, mas entendo que tenham seus motivos. Um dublador que faz muita falta é o Newton da Matta, eterna voz do Lion e do Bruce Willis, ele tinha um jeito que conseguia deixar qualquer personagem do ator (principalmente o John Mclaine do Duro de Matar) sensacional. Não gostei do dublador que colocaram no lugar e quando passa Duro de Matar 4.0 coloco no original.

  22. Macgaren disse:

    Olá Pirataiada! Vamos por partes que tenho alguns pontos a comentar:

    1º Em relação à dublagem tenho uma regra clara e que sigo à risca: Se ela foi feita até o fim dos anos 80,eu vejo sem problemas dublado. inclusive acho que, pelo fator nostalgia,prefiro ver nesse formato. mas se preciso não vejo problema em ver legendado.
    Se a dublagem foi feita entre 1990 e 2000 varia de caso à caso. nesse período ainda existiam dublagens boas(como a de Jurassic Park). Agora, se foi depois de 2000 não vejo dublado nem amarrado.Na minha opinião depois disso a dublagem passou para o que chamo de “leitura de texto” a falta de empolgação dos dubladores é nítida. E novamente é apenas minha opinião. não vou ficar xingando quem não concorda com ela porque sou educado.
    Inclusive já tem muito tempo que não assisto nenhuma animação no cinema exatamente por só vir com dublagem. se é pra pagar pra ver algo que considero inferior, não vejo. simples assim. espero chegar em dvd ou apelo pra outras fontes.

    Voltando à dublagens antigas, é uma pena que essas dublagens de qualidade estejam sendo substituídas por coisas inferiores. Vide o exemplo usado de De volta para o Futuro.Me desculpem mas essa coisa que chamam de dublagem atual não foi a com a qual eu cresci.Se eu tiver de ouvir o filme com outras vozes óbvio que vou optar pelo original. Pelo menos lá sei que vou encontrar um mínimo de interpretação. Agora, falar mau da dublagem de Pica-Pau? é o fim.

    Pra mim, a melhor dublagem do Mundo é a Japonesa. lá sim os caras interpretam e passam emoção. Talvez por dublarem todos juntos no estúdio como era na fase áurea da dublagem nacional.
    Sobre a dublagem dos EUA elas são boas quando são originais e uma porcaria quando estrangeiras.Eu explico: quando a dublagem é de coisas deles mesmos como desenhos, animações pra cinema a dublagem tem qualidade. agora, quando vão dublar algum produto de outro país, passe bem longe. a dublagem americana de Dragon Ball Z é uma das coisas mais horríveis que já ouvi( Tirando aqueles países que dublam um filme todo só com um dublador fazendo todas as vozes).

    Uma coisa que nunca gostei em dublagens foi essa mania de quererem passar a impressão de que o filme/desenho se passa no Brasil. como essa dos Incríveis que citaram. Aliás sou contra a qualquer alteração à obra original. Semana passada no episódio dos Simpsons colocaram o Homer cantando “Eu quero Tchu, eu quero Tcha”… resultado: foi o último episódio do desenho que vejo dublado. de agora em diante, só no áudio original.

    Dublagem é importante pra um grande número de pessoas que por algum motivo tem problema de acompanhar legendas. mas se eu não faço parte de nenhuma categoria dessas, porque vou ver algo que considero inferior? Novamente deixo claro que tudo que escrevi é minha opinião. todo mundo tem direito a pensar diferente e não vou chamar ninguém de termos chulos apenas por discordarem de mim.

    No mais, ótimo podcast como sempre.

    Macgaren

    Ps. No cast vocês disseram que só viram Rocky dublado. Pois bem, saibam que o Rocky perde a luta final. Sim! Porque na dublagem é dito que ele empata.Mas oq eu é uma alteraçãozinah de nada assim né? E viva a “arte” da dublagem o/

  23. André Zuil disse:

    Olá Piratas! Um ótimo episódio, uma boa discussão e ótimos argumentos. Em minha opinião, não deve existir “um padrão” que obrigue o cliente a consumir X produto (seja, filme, séries, quadrinhos, etc…) o certo é existir o Direito de Escolha. Mas esse direito de escolha tem um custo, que nem sempre valida existir essa opção, quando a demanda é pequena. Aqui no cinema de Sinop, acredito que atualmente 90% dos filmes são dublados, isso é assim, pq segundo o cinema, o maior volume de clientes quer o dublado, mas é engraçado ver que tanto no facebook, como no twitter do cinema, é maciço o desejo pelo original legendado.
    O fato, é que as pessoas têm uma preguiça monstruosa de ler as legendas ou não conseguem fazer as três coisas (ler legenda, ver a imagem e ouvir o áudio) e acaba se perdendo. No meu caso é muito coeso isso, é automático, se vou assistir um filme, estou sempre pronto para ver o original, como foi concebido, mas se não tem a opção, me obrigo a ver o dublado pra poder ter o prazer de ir ao cinema.
    Admiro muito o nicho de dublagem brasileira, porque eles não apenas dublam, eles sempre tentam trazer ao filme a melhor experiência no idioma local e, quase sempre, adaptam de forma inteligente a tradução, mas isso muda de acordo com o diretor. Se eu sei, que um filme teve sua dublagem dirigida pelo Guilherme Briggs, por exemplo, já estarei consciente do cuidado e dedicação que essa dublagem recebeu, fazendo com que eu me sinta tranquilo em assistir o dublado, pq eu sei que está bem feito.
    Grande abraço e que os Jurassicos voltem mais vezes.

  24. Fabio miklos disse:

    Salve, pirataiada.
    Muito interessante o podcast. Gostei dessa temática e espero que o assunto seja abordado mais vez mais pra frente se fosse possível.
    Só uma coisa: faltou vocês falarem da brilhante idéia que a equipe de produção do filme ” As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne “tiveram ao optar em manter na dublagem original do personagem Tintim , a voz de Oberdan Junior ( dublador oficial do jovem repórter na série da Nelvana).
    Lançada no início da década de 1990, realizada pelos estúdios Herbert Richers. Deixo o link onde o próprio fala sobre a série animada e dublagem, citando nomes como Orlando Drummond,Mário Monjardim e Guilherme Briggs; como referências.

    http://migre.me/9WVX5

  25. Tenho preferências em assistir à filmes legendados, não sei se é apenas impressão, mas aparenta que existe mais liberdade nas expressões utilizadas na legenda, o que acaba transformando algumas cenas de determinados filmes que na versão dublada não correspondem com a cena por aliviarem demais no palavreado.

    Um filme que gosto de assistir dublado é o ‘Os Picaretas’ com Ed Murphy e Steve Martin, além das animações ainda prefiro dublado, mesmo que em alguns casos (ex. de Enrolados) ter que abstrair a voz do dublador.

    Agora assistir as séries The Big Bang Theory, Dexter e Lost é terrivelmente insuportável assistir dublado.

    Quanto a peitinhos na sessão da tarde existiam sim, como no filme citado da menina que se vestia de menino e até mesmo no ‘A Lagoa Azul’… feliz de quem viveu os anos 80 até metade dos 90

  26. Marcelo Luiz disse:

    Buenas Pirataiada

    Acho que estou meio atrazado, mas não podia deixar de comentar esse podcast.

    Primeiro para dizer que o programa estava muito bom gostei me fez lembrar o saudoso tempo que a Sessão da Tarde era boa e a época que ainda existia Cinema em Casa.

    E segundo um filme que achei a dublagem sensacional foi A Vida de Brian do Monty Python onde os dubladores dos personagens são os mesmos que dublam o Chaves, só de começar a ouvir já começo a passar mau de rir

    Bom é isso abraço

  27. Lucas Zanganelli dos Santos disse:

    vou comentar mesmo depois do papo pirata, desde de que eu sei ler vejo filmes legendados pois minha mãe incentivava isso ( eu era a criança chata da locadora que alugava só vhs legendado) porém hoje em dia vejo filmes em ingles sem legenda e na hora de ir no cinema é uma tortura pois tenho que segurar meu olho para não ler a legenda. Mas não tenho nenhum problema com dublagem prefiro ver animações dubladas, e filmes que vi na minha infancia dublado como por exemplo velozes e furiosos 3 o qual ao rever outro dia no idioma original preferi a dublagem. Já o caso de dublagem em jogos só tenho um exemplo que foi o infamous 2 que eu joguei dublado pois mesmo sendo canastrona as atuações preferi elas em portugues do que em ingles, agora se o jogo em questão for um jogo japones prefiro ter a opção do audio original com as legendas em portugues. Quanto a series dubladas so vejo se for na tv porém se tiver a opção de audio original prefiro expecialmente em series de comedia.

  28. alguem querendo saber disse:

    COMO SE PRONUNCIA “AHOY”

    “Arrói” ?????? porfavoor me faleeeeeem!!! ;'(

  29. […] ROLÊ PELA PODOSFERA Cidade Gamer 57 – Tartarugas Ninja Piratacast 39 – Tecla SAP […]


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