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Como foi a sua infância? Que tipo de coisas você fazia naquela época e anda lembra? E os brinquedos, sobreviveram até hoje? O que era bom, ainda é bom? Foi pensando nisso, e quem sabe querendo mostrar que a sua infância foi melhor, que Jabour_rio (@jabour_rio), Iskilo (@iskilo666), Junior (@Junior_cq) e Cleverson (@cleverson) se reuniram com Rodrigo do Quarto Sinistro (@QuartoSinistro) e Isabela Cabral (@isabelacabral) para relembrar os bons tempos de criança.

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EDIÇÃO e TRILHA SONORA:
Jabour_rio (@jabour_rio)

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Piratacast 34 – Brincadeira de criança
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Categoria(s): Piratacast

80 marujos comentaram até agora...

  1. Ricardo Ferro disse:

    Vou ouvir ainda… mas já comento que um programa sobre brincadeiras de infância sempre me suscitou nostalgia. Mas com os convidados Isabela, Rodrigo e mais o Pablo temo que este seja o mais atual de todos os programas do gênero.
    A infância dessa galerinha foi ontem, pô!
    Abraços!
    😀

  2. Renan Possari disse:

    Porra..também cresci com o nome errado em relação aos carrinhos.

  3. Ricardo Ferro disse:

    Ah, esqueci de dizer lá em cima: F I R S T !!!!!!
    .
    .
    AHAHAHAHA

  4. Luigi B. Locatelli disse:

    Show de bola esta edição.

    Saudades demais de uma infância bem vivida.

    Sobre “carrinhos de rolamento” algumas coisas que sempre aconteciam:
    1) era um havaianas por dia para freiar, fora a dor de quando era teu pé que acabava encostando no chão.
    2) sempre tinha que ter alguém na esquina para cuidar dos carros.
    3) Com 22 anos de idade resolvemos fazer alguns, devidamente equipados com caixa de isopor e andamos por algumas horas de noite, mas os vizinhos não gostaram. Povo é chato hoje em dia.

    Claro que nada impediu eu e alguns amigos de jogar “tampicross” já depois de formado, nem de fazer “carrinhos de rolamento” com mais de 22 anos de idade, com a galera do bloco de carnaval (esqueci de como ficava a sola do sapato e do comercial do tênis bamba, dai perdi um tênis por causa dessa).

  5. Danilo Luiz disse:

    Gostei deste excelente Piratacast, me fez dar boas risadas. Gostei da edição, porque quando faltava meia hora para acabar, falaram em 10% da pauta hehehe.
    .
    Falando em edição, percebi que só escuto o background quando escuto com fones de ouvidos internos. Quando ouço no headphone até ouço um pouco da trilha, agora quando ouço normalmente no home theater acabo não percebendo. E foi uma boa seleção de músicas, ainda que não conheça. Só aquela música inicial que foi chatinha.
    .
    Tenho ouvido uma série de podcasts que me faz refletir sobre a geração atual. O mundo politicamente correto está estragando as pessoas, ao passo que hoje em dia parece que o respeito e o amor ao próximo (no sentido humano) está sendo perdido. E o que mais tenho percebido é que umas palmadas fazem bem, sim!
    .
    Aliás, recomendo ouvir o Papo de Gordo sobre Bullying e o Aspiracast sobre Primeiro Emprego (e o apêndice).
    .
    Felizmente queimei o dedo quando tinha uns 8 anos, o que me fez nunca mais brincar com bombinhas. Isto, sem falar quando acendi um foguetinho e a garrafa virou, e o mesmo ficou perpendicular à parede. Foi bizarro.
    .
    Nunca botei fogo em animais, agora já matei muita formiga! Já fiz uma experiência de colocar uma formiga dentro de um Lego e colocar no congelador. Depois tirava e dava choques com uma fonte de 6V sem a ponta. Sem falar que eu e meu irmão menor ficávamos criando casinhas para formigas com Lego. Ah, já botei fogo em formiga também quando era pequeno. (E que fique claro, que essas coisas eu fazia quando era pequeno!) Já botei fogo em lagarta e barata também, o que não é recomendável por causa do cheiro.
    .
    Recentemente o Internet Discada Podcast fez um programa com uma pauta parecida e por incrível que pareça na minha opinião o assunto rendeu de formas diferentes.
    .
    Este tema é complicado. Uma coisa é falar das brincadeiras de ruas e histórias da infância (como na vez que fui para um sítio em Minas Gerais e brincava com o filho do primo do meu pai de Guerra de Mamona; como na vez que num outro sítio atolei o pé na merda; como na vez que neste mesmo sítio pisei no cocô de galinha [isso é que eu sempre usei chinelo]; como outra vez que estava andando no mato porque o asfalto estava quente e quando vi meu pé estava queimando porque pisei num formigueiro as formigas estavam quase no joelho.), outra coisa é falar de desenhos que assistíamos, outra coisa é falar de jogos de videogame, outra coisa é falar de jogos de computador. Pelo menos na minha visão. Sendo assim, o ideal seria uma série de podcasts falando do dociê da infância, ainda que volta e meia algumas coisas da infância sejam pertinentes à pauta.
    .
    Já falei de algumas histórias minhas. Acho que a mais perigosa foi a vez que girei meu irmão dentro de uma bacia daquelas compridas (diferentemente de bacias redondas, aquela bacia era comprida tipo essas que servem para dar banho em bebê). Até aí tudo bem, era uma brincadeira normal, só que a bacia foi deslizando e chegando mais perto da parede. Foi então que bati a cabeça do meu irmão na quina da parede com a porta. Teve até que levar unS pontoS.
    .
    E para finalizar com chave de cocô, teve uma vez que minhas primas, meu primo e meu irmão (talvez alguma tia), me fizeram tantas cócegas que me mijei no meio da rua. Sorte que era quase em frente de casa.
    .
    Quanto a apanhar, meu pai nunca foi chegado a violência, o negócio dele era por de castigo para refletir. Minha mãe sempre preferiu bater e sim, eu tentava fugir dando voltas na mesa. O ruim é que mesmo fugindo até o portão, minha mãe não esquecia fácil, então era xulape na bunda de qualquer jeito. Quando minha mãe queria deixar de castigo por insistência do meu pai, deixava a gente ajoelhar no milho, aquele milho caipira que é duro e pontudo.
    .
    .
    Esse comentário todo é muito queima-filme para quem está procurando emprego. =)

    • Danilo Luiz disse:

      Observação: (…) atolei o pé na merda de *vaca*.
      .
      Observação 2: Volta e meia algumas histórias de infância são lembradas durante pautas genéricas.

      • Danilo Luiz disse:

        Estava reouvindo uns pedaços para comentar de um negócio que ainda não achei. Sei que essa parte da sexualidade super aflorada vem por culpa da TV.
        .
        Eu mesmo passei a detestar a Xuxa a partir do momento que realizei: porque raios essa p*ta está fazendo perguntas sobre sexo para os seus entrevistados num programa que muita criança assiste?
        .
        Sem falar nessa onda de funk que parece não acabar. Se bem que do jeito que as coisas estão (des)evoluindo é capaz de surgir Axé universitário, Pagode universitário e por aí vai. E por mais que alguém que tenha menos miolo que o pão francês goste da batida do funk, observe o que é dito (nem em milhões de anos isso seria cantar). Da mesma forma que o RAP faz apologia às drogas, à pobreza (como se ter dinheiro fosse algo errado, mesmo trabalhando e suando para isso), à violência e etc. O Funk (a.k.a. Funk carioca) é uma apologia à orgia e ao sexo gratuito, sem paixão ou amor. Deixando claro que é a MINHA opinião de merda.
        .
        Inclusive para complementar, estou baixando um torrent gigante de 55 GB com vários documentários, dentre eles tem um chamado Sex Inc de 2007 que fala como a mídia (tanto TV como a própria internet), induzem a uma sexualidade precoce à geração atual. Ainda não assisti para comentar mais.
        .
        .
        Tô inspirado hoje rsrsrs.

  6. aLx disse:

    Ainda não ouvi, mas já adianto que vou dar um CTRL+C e CTRL+V do comment que fiz no Internet Discada!
    .
    kkkk
    .

    Ainda estes dias estávamos conversando sobre brincadeiras de rua que eu brinquei, pois tive a sorte de nascer na belíssima cidade de Pereira Barreto, interior de São Paulo.
    .
    Fica a dica: Pra quem gostar de pesca, a cidade é maravilhosa com boas pousadas e ótimos peixes fritos.
    .
    Enfim, chega de jabá para Pereira Barreto, até pq não ganhamos PORRA patrocínio da Prefeitura Local.
    .
    Como já morei em várias cidades, então conheço algumas variações de nomes das brincadeiras, ok?
    .
    Bolinha de Gude a.k.a. Biroca, Gude
    Joguei pouco, mas lembro que em uma época tive uma grande coleção de bolinhas. Não era muito bom, mas era suficiente para rapelar a galera da rua.
    .
    Guerra de Mamona
    Também brincava disso. Usávamos estilingue para arremessar as mamonas. Detalhe, preferíamos mamonas secas, pois eram mais doídas eficientes!
    .
    >=]
    .
    Muito bom ver o uso correto do termo “vergão”. Convivi muito com isso!
    .
    kkkkkkk
    .
    IOIO
    Teve uma época que teve uma febre de IOIO, inclusive a Coca-Cola dava IOIOs de brinde! Eu tinha o da Sprite!
    Na minha escola, tivemos inclusive umas apresentações de uns “campeões mundiais”.
    .
    Muito legal!
    .
    Pega-Pega a.k.a. Rela-Rela
    Brincávamos muito de pega-pega, inclusive, depois que me mudei para Franca, fazíamos a versão de Pega-Pega de bicicleta! Era muito bom e potencializava os machucados!
    .
    Ajuda-Ajuda a.k.a. Pega-Pega-Ajuda-Ajuda
    Vocês falaram da versão de ajuda-ajuda era aquela que cada um que era pêgo, ajudava o pegador a capturar os demais, mas também tínhamos uma versão em que os “pegos” iam para um pique e formavam uma fila. Os que estavam ainda livres, podiam fugir do pegador e salvar os que já haviam sido capturados.
    .
    Queimada a.k.a. Queima
    Fantástico! Era muito bom para descarregar o ódio que tínhamos de um ou de outro na rua!
    .
    Brincávamos com bola de tênis.
    .
    >=]
    .
    Revólver de Bolinha
    Isso eu só vi quando já era grande, na época da Faculdade. Inclusive fazíamos times para guerrear dentro do alojamento da faculdade!
    .
    Revólver de Suco
    Depois de 5 minutos olhando com cara de retardado pro computador, minha cabeça explodiu!
    .
    Eu me lembrei disso!!! Fantástico!!!
    .
    Volley de Rua a.k.a. 5 Corta
    Volley na rua era só o famoso 5 corta. Eram feitos 4 toques e o 5º era para cortar em alguém. O problema é que morava perto de uma avenida e com isso enterrei várias bolas de volley.
    .
    Maltratar Inseptos
    Putz… Agora vou me queimar!
    .
    Vamos lá! Contar só coisa bonita é coisa de fresco!
    .
    Lá pelos meus 10 / 12 anos eu tinha uma cachorra de raça coolie. E em um determinado tempo, ela pegou uma infestação de carrapato.
    .
    Eu sentava ao lado dela. Tirava um montão de carrapatos e colocava eles dentro de um recipiente de vidro… Depois, quando já estava com uma boa quantidade, espalhava eles pelo chão. Tacava álcool e depois ateava fogo.
    .
    Na verdade, eu queria me vingar deles por estarem fazendo mal à minha cachorra.
    .
    Depois meu pai passou um talco nela e acabou com a minha farra!
    .
    Brincadeiras Violentas
    No grandioso E.E.P.S.G. Dr. João Marciano de Almeida, em Franca, tínhamos duas brincadeiras futebol-based que eram beeeem violentos.
    .
    Um era chamado VIUVINHA. Fazíamos uma bola de lixo e quem estivesse mais próximo da bola podia receber todo tipo de agressão. Chutes, tapas e até dedada! Entendam como quiser!
    .
    Outra brincadeira também violenta era a de passar a bola no meio das pernas dos outros. Marcávamos um pique onde quem tivesse a bola passada no meio de suas pernas, precisava alcançar. Enquanto não alcançava, podia apanhar de todo tipo de jeito.
    .
    Taco a.k.a. Bete, Bola-e-Bete
    O melhor jogo da minha infância. Pra mim é a brincadeira que mais se assemelha à um esporte de fato.
    .
    Notei que além do nome, outra coisa que variava era a regra de PARA ONDE REBATER A BOLA.
    Em Mirandópolis, interior de SP, se rebatia para trás. Em Franca, se rebate para frente.
    .
    De resto, é a mesma coisa.
    .
    Devia ter campeonato mundial de Bola-e-Bete.
    .

    .
    Bom, de resto, tem várias brincadeiras que poderiam entrar na lista.
    .
    ALERTA a.k.a. PIQUE-ALERTA
    Fazia-se um círculo de amigos. Um, de posse de uma bola, jogava a bola para cima e gritava um nome.
    Todos os outros jogadores deveriam fugir.
    O que tinha o nome gritado deveria pegar a bola e tentar acertar um dos outros jogadores.
    .
    Se a pessoa que teve o nome gritado pegasse a bola antes dela cair no chão, poderia jogar novamente e gritar um novo nome. Evidente que isso abria janela pra muita tramoia e trapaças.
    .
    Pneu de Trator
    Já no início da adolescência, pegávamos um pneu de trator e um dos moleques entrava no meio do seu vão. Os outros, giravam o pneu com o cabra lá dentro. Depois era só sair muito doido e se preparar do tombo!
    .
    Bom, segue um link de site com várias brincadeiras de criança.
    .
    http://delas.ig.com.br/filhos/brincadeiras/
    .
    http://www.jogosbrincadeiras.com.br/2009/06/brincadeiras-ao-ar-livre-parte-25.html
    (perceba que este link tem final 25, ou seja, mude o número do link de 1 à 25 — é brincadeira pra carai!!!)

    .
    Ouçam!
    http://internetdiscada.com/?p=678
    .
    Depois de ouvir, faço um comentário decente!
    .
    Abraços.
    .
    aLx

    • aLx disse:

      E agora o coment made for PirataCast!
      .
      Boa tarde, Flibusteiros.
      .
      O Rodrigo, do Quarto Sinistro falou sobre explodir sapos… bom, fazia isso quando era criança com Sapo-Boi. Colocava cigarros na boca do sapo e ele ia tragando, tragando, até explodir. Não era uma “explosão” de voar pedaços para todo lado, era algo como se ele tivesse se arrebentado todo por dentro.
      .
      Também matávamos muito sapo com CRIOLINA! Essa só quem for do interior vai saber o que é!
      .
      Só falo uma coisa sobre criolina: Se der um copo de criolina para alguém que acabou de morrer — independentemente da causa — vai se levantar e viver mais 5 anos! RENOVÁVEIS!
      .

      .
      A história de magia do Natal é bacana. Comentei em outro podcast — se brincar aqui mesmo — que tento manter esta magia para meus filhos. Tenho dois, um casal.
      .
      Aliás, meus Natais voltaram a ser animados com a chegada das crianças. Este ano pedi para o Alezinho colocar um copo de leite e deixar bolachas para o Papai Noel.
      .
      De manhã, quando ele achou o copo vazio e as bolachas comidas, ficou alucinado! E advinha o presente que ele ganhou neste Natal? Um Forte Apache! Adorou!!!
      .
      É muito legal proporcionar isso pros nossos filhos.
      .

      .
      FUGIR DA MÃE
      Putz! Quando eu ainda era bem pequeno, morava em Pereira Barreto — o Iskilo666 vai visitar a cidade no carnaval.
      .
      Nossa casa, ficava bem no meio do terreno, ou seja, tinha corredor dos quatro lados da casa.
      .
      Uma vez, minha mãe saiu correndo atrás de nós e começamos a dar voltas na casa. Depois de umas três voltas, entramos na casa e da janela, dava pra ver ela passando ainda por mais umas quatro voltas.
      .
      Apanhei, mas não consegui parar de rir.
      .
      kkkkkkkk
      .

      .
      O lance das crianças estarem cada vez mais precoces, com conversinha de NAMORAR, FICAR, PEGAR, etc… se deve muito à TV.
      .
      Vcs mesmos disseram que os pais de hoje em dia deixam os filhos na frente das TVs para poderem ter um tempinho. O problema é que nesse tempo as crianças acabam vendo programação inadequada para sua idade. Junte isso ao fato que as crianças dormem depois das 22h, e o que elas assistem?
      .
      Novelas, principalmente.
      .
      Aí, não dá pra aprender nada que preste!
      .

      .
      Quando eu era moleque tinha uma brincadeira chamada trepa-trepa. Aliás, conheci duas brincadeiras com este nome. Uma era parecida com PULA-CELA, onde você pulava por cima dos seus amigos.
      .
      E outra era um tipo de pega-pega que você tinha que TREPAR (do verbo SUBIR) em cima de qualquer coisa para não ser pego. TREPAR funcionava como um pique.
      .
      Queimada era uma das brincadeiras mais malucas que tinha quando era criança. As regras mudavam de cidade para cidade. Bet também tem isso… conforme comentei no Internet Discada.
      .
      Na versão de Queimada que eu jogava, pegar a bola no ar não matava o adversário, só te dava a POSSE da bola e, por ter pego a bola no ar, era muito provável que você devolvesse ela na cara de quem tinha atirado a bola.
      .
      Aliás, essa era outra regra que sempre acertava antes da partida: VALE NA CABEÇA! kkkk
      .
      Usávamos bola de tênis para ter mais velocidade e maior poder de fogo!
      .
      >=]
      .

      .
      Álbum de figurinha, só fui concluir apenas agora depois de adulto. Sempre tive muitas figurinhas, pois ganhava nas batidas (bafo).
      .
      Mas agora que comprei as figurinhas e completei o Álbum da Copa. Evidente que as 6 últimas pedi pelo site.
      .
      tks, Panini!
      .
      Abraços.
      .
      aLx

  7. Nerdanderthal disse:

    Em janeiro gravei com o pessoal do Internet Discada um episódio bem parecido Discada #32 – Passa anel,duro ou mole e Guerras de mamonas.
    Lógico que muitas brincadeiras que foram ditas, se repetiram. Falamos tb de bolas de gude, estilingue com mamonas, e outras mais.
    O que eu queria deixar registrado é que, apesar de não estar enquadrado na época da infância de vocês,as brincadeiras da minha infância foram as mesmas que vocês comentaram.
    Acho que as pessoas mais novas que foram criadas em cidades do interior ou em bairros mais pobres, brincaram das mesmas coisas que brinquei nos anos 60.
    Interessante isso, ou seja, em não se tratando de vídeogames ou outros aparelhos eletrônicos, que evoluiram muito, as “bricadeiras de rua” sobreviveram ao tempo, mudando somente de nome de acordo com cada região do país.
    Atualmente, em cidades grandes, infelizmente a criançada não tem mais espaço, liberdade, nem segurança pra ter a infância feliz que tivemos.
    Abraço a todos, principalmente pros velhinhos contemporâneos Jabour_rio e Junior.

    • aLx disse:

      Sr. Nelson,

      Várias escolas usam brincadeiras de roda (ou de rua) como ferramenta para que as crianças interajam além de mostrarem seus recordes em print-screens do facebook.

      Brincadeiras como pega-pega, esconde-esconde e outras podem ser vistas em várias escolas.

      Seria bom que isso se espalhasse… percebo que o condomínio onde moro seria excelente para várias dessas brincadeiras.

      Abraço.

      aLx

  8. Thai Sassaki disse:

    hey piratas…
    muito bom o episódio, se eu estava na crise dos 18, agora me sinto bem melhor. hahahha
    aquela brincadeira de jogar uma pedrinha pra cima e pegar as outras do chão, aqui a gente chama de ‘bugalha’.
    algumas brincadeiras dos anos 80, permaneceram até os 90 e 2000, sinto pena dessas crianças que só ficam brincam no computador e videogame, é muito raro encontrar crianças que brincam na rua, mas ainda existem. eu sei disso.

  9. fabio Miklos disse:

    Salve piratas.
    Quando era pequeno marujo, lá pelos 5 anos. Cavei uma cova rasa e enterrei o gato da minha irmã para ver se ele, realmente tinha sete vidas…pois tinha tirado esta idéia maluca do desenho do Tom e Jerry. hehehe… Naquela época as crianças eram bem mais inoscentes que hoje em dia e acreditavam em tudo que assistiam na tv.

  10. Filipe MacLeod disse:

    Salve salve Marujada
    Aqui é o Filipe MacLeod 30 Anos, Analista de Suprimentos BH.

    Achei irado o cast sobre brincadeira de criança, foi muito bom relembrar a infância e por sua vez perceber que independente da localização, todos tiveram uma infância muito parecida.
    Mas uma coisa é fato, crianças que nasceram em famílias humildes, tiveram a criatividade muito mais desenvolvida do que crianças com mais condições financeiras.
    A corrida de tampinha ao qual o Skilo menosprezou, era uma das brincadeiras mais divertidas na minha época, fato é que era mais divertido fazer a pista e a divisão do tempo era em torno de 1 hora para montar a pista e 10 minutos de corrida.
    Era muito legal fazer armadilhas na terra, colocar pontes, poços, enfim, para uma criança o céu é o limite.

    Mas enfim, excelente programa….

  11. Ricardo Ferro disse:

    Alguns pontos que an otei enquanto ouvia o programa:
    .
    1) Minha filha, Catarina, tem 6 anos.
    Moramos num condomínio de casas, fechado. São somente 29 casas e ela tem muita liberdade por aqui. Comparo a infância dela um pouco com a minha, quando eu tinha (tínhamos) a liberdade de sair pela manhã de casa e voltar no meio da tarde.
    As brincadeiras de correr, pegar, se esconder, todos eles vivenciam. Acho que a escola tem mantido isso mais vivo do que os pais conseguiriam, dados os outros brinquedos atuais, eletrônicos.
    .

    2) Jabour falou sobre a sua experiência com o Natal, quando ganhou sua bicicleta:
    a época da fantasia é maravilhosa. A criança realmente acredita em seres mágicos,
    em mitologias.
    A parte mais difícil de ser pai – Jabour vai saber disso em breve – é entrar de cabeça
    nesse mundo fantasioso da criança. Saber a época da vida em que a fantasia assume papel
    fundamental nas brincadeiras dela é importantíssimo pra vc poder se tornar um pai
    mais participativo e se divertir com isso.
    Vejo pais que já contaram a filhos sobre a não existência de um papai noel.
    Eles eliminam uma etapa maravilhosa na vida da criança. Sabe-se lá se um dia isso terá
    peso de alguma maneira, na formação do caráter ou da maturidade emocional da criança.
    Não sei.
    .
    3) Uma das minhas melhores lembranças de acordar no Natal e ver o presente embaixo da árvore foi no Natal de 1978. Pedi e ganhei um Pula-Pirata (aquele do barril com o pirata em cima, em que espetamos as espadinhas). Olhaí, os piratas me dando alegrias desde a tenra infância.
    .
    4) Porra, Jabour… eu tive Falcon com roupa de mergulho de neoprene, nadadeira, máscara de mergulhos, tanque de oxigenio,
    bote, tubarão… era foda demais. E tinha o Tanque de Guerra também, o jipe… muito, muito bom.
    Era meu brinquedo favorito.
    .
    .
    Abraços!

  12. Diogo Lopes Bastos disse:

    Posso falar que tive a oportunidade de brincar com meus primos e amigos de pega-pega, esconde-esconde, amarelinha entre outras. Taco foi uma que me deixava irritado, pois o pessoal jogava a bola longe e tinha que correr feito um louco para pega-la. Quando chovia só sobrava brincar de STOP. Tem que ter mais um papo sobre a infância, quem sabe falando sobre os desenhos animados.

  13. Ficou muito bom o cast, mais nos ficamos na vantagem por ter o Nelson um cara que inventou a palavra infancia por falta de uma melhor srsrs abraços ficou otimo

  14. Felipe Rosa disse:

    Mais um PirataCast show de bola. Imagino que a maioria dos podcasts já abordou este assunto, ou um dia abordará. Porém este foi o mais marcante, até agora para mim, realmente me fez viajar no tempo. Já esperimentei esta deliciosa sensação com o PodCume (volta PodCume!) que tratava de desenhos dos anos 80, mas como alguns não tinha assistido, acabou não sendo tão marcante quanto o momento em que Maycon ,mais conhecido como Jabour Rio, falou despretensiosamente sobre a corrida de chapinha, que eu sempre chamei de champilinha. Foi um momento mágico, foi como o instante em que o crítico culinário come ratatouille e é sugado para sua meninice onde sua mãe preparava aquele prato. Em meu caso eu me lembrei de como nos faziamos a pista na terra no parquinho do clube, pediamos as tampas das garrafas de cerveja para o balconista do bar, como criavamos obstáculos cavando buracos mais fundos e enchendo-os de água, raspavamos a parte de baixo da tampa da garrafa para ter menos atrito e “correr” mais. É bons tempos aqueles. Fantástico saber que esta brincadeira também era conhecida por crianças de outros estados (sou de Juiz de Fora – MG), e vocês tinham até a mesma regra, três petelecos por vez. Que ocorra o próximo PirataCast sobre esta época tão maravilhosa, o quanto antes.

  15. Kio (Caio Cesar) - 40 anos - Salto/SP disse:

    Salve, pirataiada.

    Programa excelente para relembrar algumas brincadeiras da infância. Lembro com saudades das partidas de “mãe da rua” na piscina rasa do clube, de “rolefa” (leia-se bater com a camisa enrolada nos amigos), de “duplinha” (futebol), vôlei no paralelepípedo (com direito a peixinho e tudo), pião, papagaio… enfim, tempos em que se vivia no meio da rua com tranquilidade.
    O brinquedo que ficou anos como meu favorito era um tanque de guerra com controle remoto de fio: http://ricaharley1.mercadoshops.com.br/tanque-de-guerra-panzer-estrela-dec80_iZ6XvZiXpZ1XfZ82821010-6-1-O.jpgxIM.jpg
    .
    Parabéns pelo programa.
    .
    Abração.

    • Kio (Caio Cesar) - 40 anos - Salto/SP disse:

      Opa, sumiu o botão de editar. 🙁
      .
      Neste link dá pra ver melhor o tanque: http://migre.me/80YPY

    • iskilo666 disse:

      Esse seu “Duplinha” me lembrou algo que eu jogava direto quando só tinha dois amigos, com uma bola em uma quadra.

      Ter toda essa “estrutura” a disposição era um pecado não aproveitar, então jogavamos oq ue chamavamos de “Gol a Gol”.

      Nessa graça, era cada um no Gol, e poderia ir até o meio da quadra e chutar pro gol. Quando esse que está no gol pegasse a bola, poderia chutar o mais rápido possivel, também podendo ir até o meio da quadra, e arriscar o gol.

      Era uma maluquice, se vc chegasse perto do meio da quadra arriscando o chute, tinha que voltar correndo para defender o gol, e por aí vai.. Milhares de estratégias..

      Será que era só lá no interior de SP que brincavamos disso?

      • Kio (Caio Cesar) - 40 anos - Salto/SP disse:

        Esse é clássico, ficar brincando de gol a gol até chegar mais gente pra formar time. =D

        • aLx disse:

          Putz… gol à gol era clássico! E quando tinha 4 pessoas dava para jogar REBA, em alguns lugares conhecido como Rebatida.
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          Gol valia 10 pontos. Na trave de cima 30, na forquilha 40 e nas traves laterais 20.
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          Também tinha gol de cabeça e de primeira.
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          Eram formas de jogar bola qdo não se tinha times completos.
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          Ah, hoje o Alezino me lembrou um termo ótimo que eu não ouvia há muito tempo.
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          Estávamos brincando e ele falou que ia “BATER CARA”. Isso era quem ia contar no esconde-esconde.
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          Abraços.
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          aLx

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            Putz… Se formos falar de modalidades de jogos com bola de futebol, ferrou… Lembro de alguns… O Gol a gol, por exemplo eu não brinquei tanto mas as regras aqui eram as mesmas do iskilo…
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            – Joguei muito “altinho”. A molecada fazia a roda e tinha que manter a bola no alto. Quem desse o passe errado pagava uma prenda (10 flexões de braço, por exemplo).
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            – “Um toque”. Em frente a uma garagem (que encaravamos como balizas), 2 pessoas trocavam passes e à partir do terceiro passe, podia-se chutar ao gol… Se o goleiro agarrasse sem rebater, ou se a bola fosse pra fora, ou se ainda um dos “atacantes” desse mais de um toque na bola, o goleiro ia “pra linha” e o cara iria pro gol.
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            – Rebatida e Linha de Passe eu não lembro muito bem, mas a gente jogava na rua daqui de trás de casa…
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  16. HAha, pessoal, não sei se vocês tinham isso na cidade de vocês, mas aqui em Campo Grande/MS o que mais tinha na escola eram os “tratos”. Por exemplo, se você tratava Buchuda com um coleguinha, quem encontrasse o outro e gritasse “Buchuda” primeiro podia dar um porradona nas costas do outro moleque. Tinha também o Caixa D’água, onde todo dia você tinha que ir com CA escrito na mão. Se esquecesse, precisava tomar água no bebedouro até o outro dizer chega!

    • aLx disse:

      Pô, mó tristeza vc digitar o comment e qdo vai pressionar COMMAND+A para selecionar tudo e copiar — por segurança — vc pressiona COMMAND+Q e manda tudo pra bota!
      .
      Vamos lá denovo…
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      Ontem vi um programa na Discovery chamado “As Mais Estranhas Formas de Morrer” e uma das formas de morrer era bebendo grande quantidade de água.
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      Já pensou matar o amiguinho assim???
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      kkkkk
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      abraço.
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      aLx

    • Na Bahia tinha uma brincadeira chamada “Castanha”. Antes de sentar em qualquer lugar, na cadeira da escola, no sofá, no banco do parque… você precisava dizer “castanha”, se não fizesse isso alguém vinha de lá e dava um soco nas tuas costas. Um amigo nosso quase morreu numa dessas porque bateram bem em cima do pulmão ele ele ficou doido tentando puxar ar mas não conseguia.

  17. Ednaldo disse:

    Adorava jogar Pião, Bolinha de gude, Capucheta (pipa de pobre), mas um dos meus prediletos mesmo com certeza eram os mini-games, tinha do Street Fighter, Mortal Kombat, Corrida, Tetris, Avião, Helicóptero, etc, etc, etc, sempre sonhava em ter um Gameboy mas não tinha dinheiro e meu pai nunca me dava, teve uma vez que pedi pra ele o tal gameboy e ele disse que ia ver, quando viu o preço caiu pra trás, na época era mais de R$200,00 e decidiu me comprar dois mini games de R$5,00 kkkkkk, me lembro até hoje que peguei um de nome Shogun e o outro de corrida, vida de pobre é osso. Gostava de brincar também de galinha morta mas era outro tipo de galinha morta, deixa eu explicar: Minha mãe criava galinhas e ainda cria até hoje, quando uma delas morria de doença, eu pegava ela, amarrava uma linha na perna dela de preferência marrom pois a rua era de barro, esperava chegar à noite, deixava a desgraçada do outro lado da rua e me aproveitava da falta de iluminação para ocultá-la até aparecer alguém. Pegava umas duas velas da minha mãe e acendia próximo da galinha para dar o clima de despacho e esperava pacientemente pela vítima, quando via que a pessoa estava começando a subir começava a puxar vagarosamente a galinha pela rua. kkkkkkk, muito loko isso pois tinha gente que voltava, tinha gente que passava correndo com muito medo, outros faziam o sinal da cruz e tinham outros que davam risada pois suspeitavam de brincadeira. O fato é que na minha infância tinha que me divertir como podia pois não tive regalias, não tinha o brinquedo que queria mesmo pois não tinha dinheiro pra nada, tive sorte de não ter me envolvido com drogas pois pra conseguir dinheiro muita gente faz isso. Abraços piratas, até o próximo Cast.

    • aLx disse:

      Esse lance da “Galinha Morta”, em Pereira Barreto, a gente costumava fazer isso com OU um chumaço de bombril ou com uma daquelas cobras de borracha.
      .
      Aí, ficávamos mocosados em algum canto e deixávamos a “cobra” escondida em uma moita. Qdo passava alguém, puxávamos a cobra e a pessoa achava que estava sendo atacada.
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      Não sei como nunca morreu ninguém de susto!
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      aLx

      • Ednaldo disse:

        Nossa, nunca fiz isso com chumaço de bombril, deve ser interessante também, pois bombril se assemelha à pele de um rato também e você esticando parece mesmo com uma cobra. Hoje em dia se fizer isso é capaz de levar um tiro dependendo de quem você pegar, antigamente não era sossegado. Abraço.

      • Ednaldo disse:

        Nossa, nunca fiz isso com chumaço de bombril, deve ser interessante também, pois bombril se assemelha à pele de um rato também e você esticando parece mesmo com uma cobra. Hoje em dia se fizer isso é capaz de levar um tiro dependendo de quem você pegar, antigamente não era sossegado. Abraço.

        • aLx disse:

          Olha o botão EDIT fazendo falta!!!
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          Se fizer o lance da cobra de bombril hoje em dia vai ser BULLYNG!
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          kkkkkk

          • Ednaldo disse:

            Verdade, se tivesse um botaozinho “EDIT” seria bom demais pois ele daria uns 10 minutos para a pessoa revisar o texto.

            Pode crer, hoje em dia tudo é Bullyng, não deixaria de ser diferente mesmo.

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            Eu não sei o que aconteceu com o “edit” dos comentários… O plugin tá ativo aqui mas na página não aparece.. doidera! hehehe.
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            Edit: Olha aí… Já tá funfando de novo… Aqui vocês pedem e vocês tem, rapá! hehehe
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          • aLx disse:

            ó… sistema novo de comment? tão investindo hein?

            já vou mandar um teste de DUPLO ENTER… vamos ver se rola tb.

            Pessoal do PIRATA CAST botou o paw na mesa agora!!!

            OLHA! Duplo Enter funcionando!!!

  18. Piratas,

    Ouvi o Junior falando dos kits de química e lembrei que tive vários desses. Adorava brincar com esse troço e me sentia O cientista. A grande ironia é que, anos depois, quando tive aulas de química na escola, sempre me dava mal nas provas e precisei fazer recuperação. 😛

    Era padrão essa disputa entre meninos e meninas. Elas eram realmente as vilãs. Aquelas que só queriam brincar de coisas chatas e só falavam sobre coisas chatas. A diversão era perturbar as meninas ao máximo e isso durava até a fase em que elas deixavam de ser chatas e se tornavam gostosas. 😛

    Fui criado no interior da Bahia, então bombas de São João eram um padrão. Na minha cidade elas também eram definidas por número. Tinha a bomba de mil, a bomba de 500… mas não lembro exatamente os que isso significava.
    Curtia muito soltar fogos nessa época, mas hoje em dia me tornei velho e chato. Odeio o cheiro de fumaça e fico puto quando a galera fica soltando rojões em dias de jogo quando o “curíntia” faz gol.

    Fui uma daquelas crianças que pediu autorama mas ganhou ferrorama. Os pais nunca entendiam que eles não eram a mesma coisa…

    Tive muitos Playmobils. MUITOS. Tive cidades do velho oeste, naves, barcos, circo… só não tive o Forte Apache e esse meio que foi o meu trauma, pois era meu objeto de desejo quando tinha 10 anos.

    Também tive muitos Comandos em Ação. MUITOS. Recomendo o episódio do Argcast sobre Action Figures, lá falei bastante sobre o assunto:
    http://www.cursodequadrinhos.com.br/podcast/76/

    Só quero deixar claro que vim aqui comentar em consideração aos amigos Junior, Iskilo e Cleverson que ouvem o Papo de Gordo. O Jabour assina o feed, mas ele só escuta podcasts dos outros, esse FEIO!

  19. Quando vocês falaram das brincadeiras de beijo, lembrei de duas que rolavam na Bahia. Uma era o clássico “Caiu no poço”, que alguns conheciam como “salada mista”.
    Alguém tinha seus olhos tapados e gritava: cai no poço! Daí ele escolhia quem o tiraria de lá e fazendo o que (beijo, abraço ou aperto de mão).

    Uma outra brincadeira bem mais legal era o ABC ou ABP. Consistia em estar sempre com essas letras escritas em você, normalmente a caneta em sua mão ou algo assim… se alguém que estivesse na brincadera contigo te cobrasse e você não estivesse com isso, tinha de pagar a prenda.
    No ABC era um Abraço, um Beijo (no rosto) e um Chupão (beijo de lingua). No ABP só mudava o chupão pra um Pitoque, também conhecido como “selinho” no sul do país.

    Adorava essa brincadeira e beijei várias amigas assim, o problema era que a maioria só topava o ABP e não o ABC. 😛

  20. Fernando Mathias disse:

    Gostei muito desse piratacast brincadeira de criança,me lembrei de uma vez que fiz uma das merdas da infancia (literalmente), quando tinha 5 anos e estava brincando com meus primos no quintal da minha vó quando surgiu aquele vontade imensa de cagar hauhauh, meu primo falou para eu fazer em cima de um saco de pipoca doce que estava jogado no quintal….com toda aquela inocência de uma criança pequena eu o obedeci afinal ele tinha 9 anos hauhau, depois do ato eu perguntei o que devia fazer com aquilo, ele disse que era para eu jogar na parede da casa ao lado q ficava em uma distancia de uns 3 metros,e foi oq eu fiz…..na hora ele saiu correndo e eu fui atras, e ficamos dentro da casa de nossa vó rindo daquela cena hauhauahuahau

  21. Tiago Afonso disse:

    E aê Piratas! Tô deixando aqui meus parabéns pelo Podcast de vocês. Comecei a ouvir agora e estou baixando vários. Valeu!

  22. Peninha disse:

    Lembrei-me dos tempos d bolinha de gude e virar figurnha até os anos de 84 !

  23. Peninha disse:

    Os iôs-iôs da Coca-Cola,também marcaram época !


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