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Confesso que foi um fortuito acaso assistir Percy Jackson.

Ser terça-feira de carnaval, estar sozinho em casa e não ter ninguém na cidade ajudou em muito na decisão de ir ao cinema. Antes de sair de casa a única torcida era de que o shopping estive aberto pra poder ir ao cinema… 🙂

De manhã resolvi ouvir o Rapaduracast, que coincidentemente era sobre o filme, e mesmo sem ter assistido dei muitas risadas.

A minha vontade mesmo era assistir Amor sem escalas mas como a sessão mais cedo era 7 e meia da noite, e eram rescem meio dia, resolvi assistir esse mesmo. Então, vamos lá!

Não li o livro então não tenho como traçar comparações e/ou medições de andamento, o que eu posso dizer primeiro é que a trama é jogada na sua cara muito rápido.

Ok, talvez não fosse realmente necessário introduzir o personagem mais do que foi mostrado mas para um filme de 2 horas acho que podiam ter perdido uns 10 minutos a mais na introdução do protagonista.

Como foi comentado no Rapaduracast, a trama já começa jogando os problemas no colo do garoto aos 45 do segundo tempo quando não dá mais tempo de pensar em nada e isso ajuda a dar ritmo ao filme.

A introdução de cada personagem, apesar de simples, foram muito bem boladas e a mais divertida é do amigo de Percy, Grover.

A primeira coisa que pensei quando vi a real forma de Grover nem foi “Nossa, um Sátiro!” até porque eu nem lembrava, ou sequer sabia, dessa expressão. O que eu pensei na hora foi “Nossa! Olha o bodinho amigo do Hércules!”. Quem perdeu as tardes assistindo desenho no SBT vai saber do que eu tô falando. 🙂

É impossivel ver o acampamento de treinamento para semideuses e não comparar com Harry Potter, assim como muita coisa no filme mas a intenção não tem que ser essa.

Percy Jackson consegue apresentar uma história simples e, até certo ponto, bem previsivel e ainda assim ser interessante. Algo curioso é que, apesar de um elenco de peso com grandes celebridades, grande parte do filme é focado em atores desconhecidos. Isso é um ponto positivo ao meu ver pois consegue direcionar a atenção do expectador pra onde ela realmente deve ir: a história.

Uma coisa que me divertiu muito no filme foram as sacadas humorísticas. Para pessoas que gostam de prestar bastante atenção nos detalhes ou têm mais facilidade de assimilar tudo que esta passando na tela com os sons, 3 momentos foram cruciais para a diversão:

O primeiro, logo no início do filme, é quando os 3 protagonistas resolvem ir até o Submundo, atrás de Hades. O dialogo terminou mais ou menos assim:

Se, quando você estiver na sua jornada para o inferno, encontrar meu pai, acabe com ele. (If you found my father when you are on the highway to hell, kick his ass.)

Highway to hell? Ahm, ahm? Entenderam a deixa? Não precisa nem dizer qual foi a música que tocou, né? 🙂

Depois disso eles acabam indo parar em Las Vegas e, pra quem assistiu Onze Homens e um Segredo, foi fácil assimilar a clássica Little Less Conversation, do Elvis, tocando ao fundo. Adicionado a isso ainda tocou Poker Face, da Lady GaGa, quando as crianças passam pela sessão de cartas de um cassino.

Enfim, boa parte do filme foi um saquinho de piadas bem boladas.

Aos mais exigentes com história, embasamento ou adaptação o filme vai decepcionar mas será por pura implicância. Comparações dignas ou não o filme é bem produzido, assim como tantos outros ele também tem seus momentos #fail mas, no geral, diverte bastante e deixa sim com vontade de assistir a continuação da história.

Valeu o ingresso.

Categoria(s): Moview

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