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PIRATACAST 16:

Politicamente (In)correto.

PARTICIPANTES:

Jabour_rio, Iskilo666, Júnior e Sbriguiliu.

CONVIDADOS ESPECIAIS:

Rod Reis do Mundo Rod Podcast e Papo de Artista, Perna do Toscochanchada.

TEMA:

O que é Politicamente (In)Correto? Isso está acabando com o bom humor ou é realmente necessário uma cartilha pra definir o que não se deve falar ou fazer?

Nesse podcast você vai ouvir um bate-papo descontraído sobre muita coisa presente na cartilha politicamente correta e entenderá (ou não) porque trabalhar com humor está cada vez mais difícil.

Escreva sobre suas experiências com o tema no espaço abaixo ou mande seus comentários para o piratacast@gmail.com que comentaremos no próximo Papo Pirata, o nosso podcast de feedback da galera.

LINKS RELACIONADOS:

Podcast Papo de Artista
Mundo Rod Podcast
Toscochanchada Podcast
Cartilha Politicamente Correta
Tom fatiando o Jerry
Banda Excambau – Parte da trilha desse podcast!
Drawn Together
Family Guy Bugs Bunny

EDIÇÃO e TRILHA SONORA:

Sbriguiliu.

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Piratacast 16 – Politicamente (In)Correto

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Categoria(s): Piratacast

44 marujos comentaram até agora...

  1. Sbriguiliu disse:

    Deixei essa para vocÊ começar bem o ano!

  2. Felipe Nunes disse:

    Esse Rod Reis que vocês convidaram é o do papo de artista ou é o doente que faz o mundo rod? hehehe

  3. Rod Reis disse:

    Acho q esse é o doente q faz o MUndo Rod 😛

  4. SENSACIONAL!!!! grande honra excambau trilhar um capitulo do pirata!!! agora tenho mais um motivo pra re-recomendar o piratacast!Estamos à disposição e digo mais: AGRADECEMOS A PREFERENCIA!!!!

  5. Gueths disse:

    Só ouvi a leitura de e-mail, por enquanto…
    Mas como sou bem azarado, vou somente deixar esse primeiro comentário para falar um pouco.
    Podcast interessante… mas não sei se poderei terminar de ouvir agora…
    Depois qnd escutar tudo eu comento aqui, fazendo algum comentário relevante, ou não. =)
    Abraços,
    Alexandre Gueths
    Acadêmico de Ciência da Computação
    Guarapava, PR.

    PS= “Shame on me”. To atrasado com os casts, perdi os dois de Mídias Digitais o Drops de Natal e o Papo Pirata 15… Amanhã eu ponho em dia. =)

  6. Saaaalve, pirataiada.

    Participantes escolhidos a dedo (ui) para o tema.
    Rod Reis (na versão maluco do Mundo Rod) e Perna (aquele que até por trás é perigoso de abraçar) são os baluartes do politicamente incorreto. 😀

    ‘Bora rir.

    Abração.

  7. Taz disse:

    Muito bom episódio, ótimas particiáções do Perna e do maluco bizarro do Rod Reis, eu acho o Politicamente Correto uma puta de uma filha da putagem.

    Vamos anarquizar.

    Parabéns e Abraços galera.

  8. Dubari disse:

    Qualidade é algo que todos nós gostamos e sabemos que qualidade e piratacast estão juntos, obrigado pelo respeito que vcs tem ciom seus ouvintes.
    Estaremos sempre juntos
    Abraço a toda galera e mais uma vez obrigado pelo maravilhoso piratacast.

  9. Fildantas disse:

    Bacana, mas pior que politicamente incorreto são os trapalhões nos anos 80 e começo dos 90…

  10. L. R. Maruo disse:

    Salvem marujos!

    A belissima piada do Robin Williams foi até interessante. Em momento nenhum me senti ofendido, mesmo porque piadas sempre se utilizam de estereótipos e mesmo assim sempre são engraçadas.

    Os belos filmes da década de 80, maravilhosas obras do politicamente incorreto mesmo.

    Pirocóptero? Acho que deve ser o pintocoptero do Luiz Sussi.

    Absurdo o que fizeram com as musicas da infância conforme o Iskilo666 relatou. Não sei o que fizeram, destruiram tudo. Mas melhor mesmo foi mesmo foi o Jabour cantando. Acabou com o meu fone de ouvido. Da proxima vez ponham um aviso que esses sons podem danificar os seus ouvidos e fones.

    Ótimo cast. Continuem no rumo, marujos.

  11. Murajos como sempre tendo coragem pra tratar de assunto polêmico, como ja fizeram com o podcast escoteiro.

    Parabéns nau!
    Como sempre, Piratacast é o podcast social da podosfera brasileira.

    Quanto à descrição do Baú Pirata, valendo 1 serial do Windows 7 que vocês pegaram (ou não :P), lá vai a minha: “Informação, humor, cultura e cojones pra falar de tudo”.

    Grande abraço tripulação!

  12. Leandro "Blackbeard" disse:

    Excelente episódio, só para fazer um comentário, a história do Davi e Golias é um pouco diferente do que o Perna disse, embora ainda seja politicamente incorreta.

    Davi acertou uma pedrada no meio da testa de Golias, ele caiu desorientado/desmaiado, o baixinho foi lá, desembainhou a espada do gigante e o decapitou.

  13. iskilo666 disse:

    Po Leandro, é daí então que veio a história do baixinho dar uma porrada no saco do grandão, esperar ele abaixar pra dar outra na cara!! hehe

  14. Eu como funcionário publico, não sou contra nem a favor do humor negro, muito pelo contrário. abraços

  15. Marcus Rocha disse:

    Excelente cast, afinal comentar um assunto polêmico sem cair na baixaria ou deixar de ser engraçado é uma árdua tarefa.

    Mas queria comentar uma coisa, vocês citaram diversos “grupos”, mas esqueceram de citar os homossexuais. No Brasil, é meio “fair play” fazer piada com eles ou chamar outros usando termos pejorativos, vocês sabem quais são.

    Não sou homossexual, porém esse assunto voltou aos jornais graça a expulsão de um militar por sua opção sexual. Quer dizer, não é muito diferente do que destratar um negro ou um judeu. Para mim, é tão errado quanto.

    Sobre chamar um cara de negão ou judeu mão-de-vaca, para mim é importante que você faça com alguém que é muito seu amigo. Porque senão é fácil ofender alguém. Sou gordo e não me incomodo que me chamem assim, prefiro até. Mas se um estranho ficar me importunando me chamando de rolha de poço, baleia, bom… é meio justificável perder a cabeça. Hehehe.

  16. Esse lance de não poder piadas é um saco mesmo. Me lembrou um epsódio de seinfield onde o Seinfield fica puto porque o outro cara que era cristão vira judeu e agora pode contar piadas de padre e de rabino:

    819. The Yada Yada
    Quando TIM Wathley se converte ao judaísmo, Jerry começa a desconfiar que ele fez isso para poder contar piadas de judeus. Kramer e George chamam duas garotas para sair, mas não conseguem decidir quem vai sair com quem. Elaine tenta ajudar alguns amigos a adotar um bebê. George não sabe direito como interpretar o uso freqüente que sua namorada faz da frase “yada, yada, yada”.

    Politicamente correto é o túmulo da vergonha na cara.

    Hoje em dia tem esse negócio de bullyng , estamos criando um bando de maricas chorões. Será que é algum plano de invasão alien??

    Ah! To com podcast agora!
    Cadeia de Eventos .

    Abraço! E é bom ouvir vocês novamente depois da férias.
    Abraço!

  17. @lucasfelipemm - 23 anos - Beozonte - MG disse:

    eu quero ganhar a camisa… rola de postar eu quero 50 vezes.

  18. @lucasfelipemm - 23 anos - Beozonte - MG disse:

    agora q terminei de escutar o cast… tenho augamas coisas pra falar ou escrever sei la.

    essa merda de politicamente coreto so e usado no brasil quando e conveniente pra alquem financeiramente.

    eu quero a camisa

    eu quero a camisa

    eu quero a camisa

    eu quero a camisa

    acho q falei tudo rsrsrs

  19. @lucasfelipemm - 23 anos - Beozonte - MG disse:

    mais um descupa pra comentar denovo… como eu faço pra criar um conta no site.
    quero meu avatar nos comentários

    eu quero a camisa

  20. De volta aos comentários de pois de um tempo.
    Acho essa história de politicamente incorreto uma total hipocrisia.
    O brasileiro gosta de fazer piadas de tudo. Até dele mesmo. Se alguém morre pode se preparar para todo tipo de piadas no twitter (vide Lombardi, M. Jackson entre outros), também fazem piadas dos desastres, (Terremoto no Haiti, Enchentes em SP, Apagão, etc.), mas é só alguém de fora fazer algum tipo de piada que todo mundo já parte pra briga. Foi isso com o Robin Williams, com o episodio dos Simpson, com o filme Turistas (que não foi bem uma piada, mas estava querendo proibir a exibição do filme por aqui).
    Eu não ligo para esse tipo de coisa.

  21. Perna disse:

    @Leandro “Blackbeard” realmente dei uma “canelada” braba, tinha esquecido da decapitação… eitalelê. Valeu pelo toque (ui) e 1.000 desculpas a todos.

  22. Jackson disse:

    Salve, piratas! Bem interessante o cast. Concordei com muito do que disse o Rod Reis. A repercussão que teve a piada do Robin Willians me surpreendeu… achei muita frescura, pra ser bem sincero. Nós brasileiros zoamos com tudo e todos, inclusive nós mesmos, adoramos quando o país A zoa o país B, mas quando nós somos o alvo da gozação (ui!) vinda de fora, ficamos ofendidinhos? Realmente, frescura.

    Outro ponto foi que o politicamente correto impede o BOM humor. Isso é FATO. Como disseram aí, hoje parece que algumas coisas são intocáveis. Pro humor, nada pode ser intocável. Sem falar que passa uma impressão de arrogância, de gente que se leva a sério demais, o que me enerva. Esses melindres, esses não me toques, sempre me irritaram muito. Essa galera que é muito ativista, seja do que for, religião, raça, orientação sexual, acaba sendo muito, muito CHATA. Transformam tudo num ataque contra eles, levam tudo absurdamente a sério, dão muita importância pra tudo. Pra mim sempre foi muito clara a distinção entre brincadeira e ofensa de verdade. As intenções sempre contam mais que palavras. É possível ofender, prejudicar, com toda educação e discrição do mundo (tipo recusar um emprego a um negro/gay/mulher/velho/etc alegando uma razão qualquer). Por outro lado, uma coisa como dizer que algo foi um “trabalho de preto”, em tom de brincadeira, num momento de diversão, claramente sem qualquer intenção ofensiva, parece ser mais grave.

    Outro aspecto é que alguns termos se incorporaram ao nosso vocabulário, e os usamos por força de expressão. Tipo o Lado NEGRO, é comum usarmos escuridão como sinônimo de MAL. Por mais que origem da palavra seja ofendendo os negros (nem sei se é mesmo), alguém que fala hoje por acaso pensa nisso? Claro que não. De novo, tem gente que exagera demais na mania de perseguição.

  23. Felipe Nunes disse:

    Concordo que o politicamente correto está destruindo, mas não acredito que o humor tem que obrigatoriamente politicamente incorreto, pelo menos para a minha definição disto.

    O que mais me irrita no politicamente correto é o tratamento feito em relação as crianças. Olha a infância de meus primos e vejo que a minha foi muito melhor, e olha que isso faz pouco tempo. Assistia desenhos violentos como Dragon Ball, Yu Yu Hakusho e Cavaleiros do Zodíaco, ou desenhos onde crianças eram obrigadas a comerem vegetais. Acabo assistindo muitos desenhos quando tenho de cuidar de algum dos meus primos, chego a me irritar com o nível de politicamente correto contido neles, todos falam sobre coisas boas como trabalho em equipe, já vi um desenho onde os protagonistas comem vegetais e os vilões doces, o cúmulo foi um onde a heroína defende os vegetarianos do açougueiro, que quer obrigar eles a comerem carne, e vence usando o poder do tofu! É demais!

  24. Flávia Santos disse:

    YO-HOOOOOO CAPITÃES!!!!

    AE, e os meus piratas favoritos da internet estão de volta! Que felicidade…
    Sobre o tema do podcast, que está baixando neste momento, achei muito interessante. Realmente, está cada vez mais dificil trabalhar com humor sem tomar alguma paulada de alguns mais neuroticos com uma educação extrema que beira a “caretice” (falta de palavra melhor é foda ¬¬). Um fato que já comento agora a respeito disso era quando eu trabalhava na radio da escola, onde nós não podiamos nem fazer muitas piadas senão ganhavamos xingão. Tinha vezes que, de brincadeira, eu e meu amigo trocavamos “farpas”, ele me chamando de idosa e eu dizendo: “Te odeio, Veríssimo!”. As vezes que eu quase apanhei da minha professora são incontáveis!! Ela ficava muito braba com a gente! Não podiamos rir de quase nada, fazer brincadeiras era inaceitável e tinhamos que falar bem e com o maior entusaismo de coisas que nem gostavamos ou mal sabiamos o que era. Tudo para manter a pose de “alunos modelos e bem comportadinhos”. Cara, como isso era um SACO!!!
    Deixarei mais comentarios para depois em algum email ou similar posterior. Estava com muitas saudades de vocês e estou muito feliz que tenham voltado!
    Um abraço enorme a todos e até mais!

  25. Parabéns pelo Cast pessoal! Realmente muito legal, e ainda mais com a participação do Seu DUDU.
    Realmente é um assunto polêmico e de várias interpretações, porém acho que conseguiram falar bem dos dois pontos principais. Porém eu tenho lema sem bom humor nada acontece.
    Abrs e parabéns pelo sucesso!
    QUERO A CAMISA!

  26. Rafael Turrini Cegantini disse:

    iai pessoal bom conheçi esse pod atraves do PDG e ja escutei quase todos e a qualidade e dição esta muito boa parabens e que continue assim

  27. Ricardo Ferro disse:

    Morar aqui em Salvador coloca a gente em determinadas situações constrangedoras, em função do falso moralismo e do politicamento correto.

    Existe um termo enraizado culturalmente aqui que é “negrinhagem” (pronunciado com sotaque fica “nigrinhage”).
    E significa quando alguém faz merda, ou alguma sacanagem, algo que nos desagrade. Exemplo:
    – Porra, véi…la´vem vc com essa “nigrinhage” de novo. Pára com isso!
    E a origem do termo é exatamente a que vc suspeita: negro, negrinha… Só que atualmente é usado sem essa conotação, inconscientemente. Ninguém mais usa o termo com a idéia de que está chamando o outro de negro, ou que ele está agindo “como um negro” (pejorativamente). As pessoas, o povo em geral, dificilmente busca a raiz de uma palavra pra entender sua construção.
    Simplesmente, o termo é repetido a esmo, sem reflexão, apenas pelo que significa.
    Mas temos, agora, que nos policiar em seu uso.

    Ainda sobre Salvador. Eu já passaei por constrangimento por ser branco, há mais de vinte anos. Existe um bairro chamado Liberdade, que é essencialmente um bairro de população negra, berço de muito blocos afros e afoxés da cidade. Eu namorava uma garota que morava ali. Ali, não: lá! Porque fica no outro extremo da cidade, o que me fazia pegar dois ônibus pra conseguir chegar em casa. Eu tinha uns 17 anos e numa noite dessa, me esforçando pra pegar o último ônibus que me levaria pra casa, descubro que estava havendo um “ensaio” de um bloco afro no meio de uma das avenidas principais desse bairro. Aquela massa de gente tomando as ruas, trio elétrico e o escambau. O ônibus foi cercado pela multidão. O motorista chegou a desligar o carro. Ficamos ali, embalados pelo ritmo afro da recém criada axé music… esperando… e eu vendo minhas chances de chegar em casa indo pelo ralo.
    Nisso, uns caras – negros – invadem o ônibus e, bêbados como estavam, começam a olhar pra todo mundo. Eu, como único branco no ônibus fui logo notado e apontado. Foi uma situação estranha, porq queriam saber o q eu estava fazendo ali na “área deles”. “Um branquelo desses por aqui…” Mas depois alguém conseguiu fazer com q descessem sem mais confusões, pra minha sorte.
    Mais foi um momento preocupante. Depois q desceram, eu virei atração no ônibus. Aí comecei, discretamente, a batucar, no ritmo do bloco que passava. Pra tentar fazer parte da massa, me identificar. 😀

    Existe uma música dos Trapalhões – sempre os marotos anos 80! – que hoje em dia seria proibida, certamente.
    É “Pula Viadinho”. Mas não achei video no youtbe desse troço. MAs tenho o mp3 em algum canto aqui!

    E eu acabei de baixar 12 horas de Trapalhões – a melhor fase com os 4 – pra colocar pra minha filha assistir. Ela, com 4 anos de idade, tá se divertindo. E tenho certeza que ela não vai virar uma alcoólatra, nem ficar violenta, nem racista, por causa dos quadros de humor do programa. Se isso acontecesse mesmo, eu já estaria perdido há muito tempo… só de revólver de espoleta eu tinha uns 4, quando criança.

    ———————————————————

    Jabour: ah, eu faço pirocóptero! quer q eu filme pra provar?
    ———————————————————

  28. Ricardo Ferro disse:

    Ah, sim, esqueci: eu não quero ganhar essa camisa não!
    Tem um desenho horrível!

  29. Freakytooms disse:

    Tenho q concordar com o “jabor do rio” que o toscochanchada é o melhor podcast de humor da atualidade. As vinhetinhas q eles inventam são de chorar de rir.
    Imagina o dream team de podcasters q seria ter esses caras na CP 2011.
    Quanto ao episódio, muito bom pirataiada.
    BTW, eu já ganhei uma camisa do piratacast na CP 2010 e é de muito boa qualidade. he he he.
    Valeu galera !
    Avráços.

  30. Almighty disse:

    A sociedade não está mais politicamente correta. Ela está mais hipócrita.
    Ótimo episódio, piratas! Mandaram bem em chamar esses 2 malucos para participarem!

  31. Salve, pirataiada.

    Essa onda do politicamente correto é um saco. Acho que a galera que foi moleque na década de 80 sente mais o efeito dessa onda.
    Pra molecadinha de hoje, que está sendo educada com essa nova “cartilha de costumes” não deve fazer tanta diferença, mas pra galera que viu o Pica-Pau fumando, o “Grande Pássaro Preto” Mussum e tantas outras brincadeiras inocentes que hoje são inaceitáveis, o mundo está um tanto mais sem graça.
    Abração.

  32. Luiz Sussi disse:

    hahaha fala ricardo ferro, da uma olhada no meu texto =D

    Morar aqui em São Paulo coloca a gente em determinadas situações constrangedoras, em função do falso moralismo e do politicamento correto.

    Existe um termo enraizado culturalmente aqui que é “negrinhagem” (pronunciado com sotaque fica “nigrinhage”).
    E significa quando alguém faz merda, ou alguma sacanagem, algo que nos desagrade. Exemplo:
    – Porra, véi…la´vem vc com essa “nigrinhage” de novo. Pára com isso!
    E a origem do termo é exatamente a que vc suspeita: negro, negrinha… Só que atualmente é usado sem essa conotação, inconscientemente. Ninguém mais usa o termo com a idéia de que está chamando o outro de negro, ou que ele está agindo “como um negro” (pejorativamente). As pessoas, o povo em geral, dificilmente busca a raiz de uma palavra pra entender sua construção.
    Simplesmente, o termo é repetido a esmo, sem reflexão, apenas pelo que significa.
    Mas temos, agora, que nos policiar em seu uso.

    Ainda sobre São Paulo. Eu já passaei por constrangimento por ser branco, há mais de vinte anos. Existe um bairro chamado Liberdade, que é essencialmente um bairro de população Japonesa, berço de muitos restaurantes japoneses/chineses da cidade. Eu nunca namorei uma garota que morava ali. Ali, não: lá! Porque fica no centro da cidade, o que me fazia pegar dois ônibus ou um ônibus e um metro pra conseguir chegar em casa. Eu tinha uns 19 anos e numa noite dessa, me esforçando pra pegar o último ônibus que me levaria pra casa, descubro que estava havendo um “festival” de cultura japonesa no meio de uma das avenidas principais desse bairro. Aquela massa de gente tomando as ruas, ninjas e o escambau. O ônibus foi cercado pela multidão. O motorista chegou a desligar o carro. Ficamos ali, embalados pelo ritmo japones… esperando… e eu vendo minhas chances de chegar em casa indo pelo ralo.
    Nisso, uns caras – japoneses – invadem o ônibus e, bêbados como estavam, começam a olhar pra todo mundo. Eu, como único branco no ônibus fui logo notado e apontado. Foi uma situação estranha, porq queriam saber o q eu estava fazendo ali na “área deles”. “Um branquelo desses por aqui…” Mas depois alguém conseguiu fazer com q descessem sem mais confusões, pra minha sorte.
    Mais foi um momento preocupante. Depois q desceram, eu virei atração no ônibus. Aí comecei, discretamente, a treinar o kati, no ritmo dos ninjas que passavam. Pra tentar fazer parte da massa, me identificar. 😀

    ———————————————————

    Jabour: ah, eu faço pirocóptero original! vc já viu!

    ———————————————————

  33. Roni Gomes disse:

    Fala galera!!
    Esse episódio foi bem diferente! Mais sério!! rs
    Mas foi bem legal!
    Realmente, concordo que hoje em dia todo mundo se ofende muito fácil! Ah vamos rir de tudo e ser feliz! kkkkk (de quase tudo).

  34. Ricardo Ferro disse:

    @Luiz Sussi
    cara, que belo comentário o seu! Gostei!
    Me deu a sensação de dèja vu, mas tudo bem.

    😀

  35. Flávio disse:

    Fala Marujada!
    Vou deixar alguns apontamentos:

    – Enquanto o Junior estava se referindo aos anões como pessoas com pequena estatura vertical, eu estava em frente ao metro, esperando a porta abrir. Para minha surpresa, assim que a porta abre, vejo um anã na minha frente e não me aguentei, chorei de rir… (politicamente incorreto, é, eu sei)
    – Acho uma bobagem se importar com o tipo de humor falado no programa como o caso do episódio dos simpsons ou do Robin Williams, além do que, a tendência é ser exagerado mesmo, é quando você exagera em um defeito, passa a ser uma caricatura do que o Brasil realmente é… (ou não)
    – Vcs falaram bastante que o EUA sempre exagera nas piadas com referencias a outros países por eles se acharem os donos do mundo… já começamos errando dai, assim como nós não somos todos da forma que eles fazem piadas, o mesmo acontece com eles… Sem falar na questão da globalização e os caras serem vistos por todos, uma piadinha de um humorista da suécia sobre o Brasil, nunca terá o mesmo alcance que uma feita por alguem dos EUA.

    – Concordo com o Perna e o Rod, o politicamente incorreto acabou com o humor, acho que tem muita diferença entre humor e ofensa… ai que as coisas pegam.
    – Iskilo, o Trash de Trash Metal não se refere a tradução literal “lixo”, o que acontece é que a maioria das pessoas se acostumou a escrever erroneamente, o correto é Thrash com “H”, que significa bater, ou algo do gênero.
    Fico por aqui q ja falei demais

    Abraços pra vcs, seus gordos (brinks)
    Flávio, descendente de Davi, um quase anão de 1,65.
    hehehehe

  36. Gostei desse piratacast em especial, também acho que o politicamente correto está acabando com a diversão.

    Um exemplo disso: um dia desses no carnaval, fui com uns colegas num desses botecos, da “puritana” Rua Augusta, e depois de algumas brejas o nosso grupo, começou a fazer o jogo do “eu nunca” (pra quem não conhece, consiste em dizer: eu nunca fiz … daí as pessoas que ja fizeram tal ato bebem um gole de breja. ), conforme o jogo vai avançando as frases vão ficando mais interessantes, eis que em certo momento fomos para as frases tipo: “eu nunca fiz sexo em tal lugar” e etc.

    Foi aí que as garotas do nosso grupo se soltaram e começaram a se divertir contando causos, o que resultou num esvaziamento das mesas em volta do nosso grupo, com direito a comentários do tipo: garotas de familia não falam isso em público, etc.

    Resumindo: Não se pode nem mais falar de sexo na Rua Augusta! hahaha

  37. Redbaron disse:

    Realmente Muito bom esse Piratacast!

    Lembro que um dia, na banca de jornal em que trabalhei, chegou dois caras perguntando sobre a revista Raça, com eu nunca tinha ouvido falar nela, perguntei se era sobre cães, o cara ficou p… e começou a perguntar se eu estava tirando ele.

    Na verdade acredito que todos somos da mesma raça! E quem difere de raça são animais.

    Isso reforça o que foi comentado no cast, se fosse uma revista sobre brancos e se chamasse raça, notavelmente ela seria taxada de racista!

  38. Ola Marujada!!
    Dizer somente o que é politicamente correto é quase impossível. Sempre vai haver alguma brincadeirinha q tem como base um principio d preconceito, assim como sempre vai haver um mal humorado do lado pra se sentir ofendido e pra colocar maldade numa simples piada. Mas como achar o equilíbrio então?? Essa é a questão mais difícil, como manter ambos os lados em harmonia.
    Se de um lado há pessoas que ficam procurando coisa onde não tem, sem o mínimo senso de humor pra saber diferenciar o que é certo e o que é errado. Do outro existem pessoas com complexo Joselito que não sabem a hora d parar com as piadas e perceberem que as mesmas estão ficando ofensiva.
    Lógico q uma piadinha pra descontrair o ambiente não faz mal algum, quem NUNCA contou uma piada d loira, ou d português que atire a primeira pedra, mas claro q existe hora e lugar para tais, você ñ vai chegar ao AA e contar anedota de bêbado, ou em uma entrevista d trabalho e falar q o seu ídolo é Hitler (eu já vi isso acontecer) e achar q ninguém vai se importar.
    Há palavras que sabemos a muito q são insultos, mas outras como ‘judiar’. MEU DEUS o como podemos falar sem ofender ninguém?!?! Só há uma solução NÃO FALE, DESENHE! Assim você nunca vai desrespeitar nenhuma regra da cartilha.

  39. Filipe MacLeod disse:

    Excelente tema!!!!
    Muito bom mesmo… concordo plenamente com a opinião do Rod….
    Quem ficou todo doído com essa história do Robin ou simpsons ou qualquer coisa … fala sério!!!! a gente faz piada de argentino… de portugues … de japones .. mas ai quando o cara faz piada p gente, a gente não gosta ….hipocrisia pura!!!!

    Infelizmente, hoje a limitação que é dada ao humor pelo politicamente incorreto, acaba com o humor … se você fizer uma análise dos quadros de humor da atualidade, a maioria é sem graça, somente os que ficam fora da televisão são engraçados…

    É a mesma coisa de ver alguem escorregar na rua, a primeira reação normalmente é a preocupação com a pessoa se está machucada, etc … mas logo depois a vontade de rir é automática…

    Enfim… excelente tema.. muita lenha na fogueira …. parabéns!!!

  40. Felipe disse:

    Fala Marujada!

    Muito bom o episódio…

    Bom,quando estudava no Ensino Fundamental/Médio a minha sala foi sempre muito tranquila quanto a brincadeiras politicamente incorretas,um dia alguém me zuava,mas no dia seguinte já tinha algo preparado pro cara,mas no fim todo mundo levava na boa,então já zuava sabendo que o cara não tava nem ligando,e eu sou quase um anão também,então brincadeiras como “Salvador de aquário,alpinista de lombada e etc” já estava acostumado,no começo eu realmente ficava nervoso,mas não tem o porquê disso.

    Humor politicamente correto,não é engraçado,são raras exceções,e também não ligo nem um pouco pro que tão falando do Brasil,seja lá os Simpsons ou o Robin Williams.

    Abraços e vamo ver quem vai ganhar a camiseta,acho q pra mim não vai ser de grande utilidade uma GG,um cara que usa P usar GG seria um tanto quanto estranho,concordam?hahaha

  41. […] Papo Pirata 16, discutimos tudo o que rolou nos comentários sobre o Piratacast 16 – Politicamente (In)correto, Piratacast Extra – Piratas em Lost 02, Drops Campus Party 2010 [Quarta e Quinta], Drops Campus […]


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