Hoje eu começo (atrasado diga-se de passagem) a coluna spin-off b-side da Seriekiller. Lá eu falo de seriados e aqui eu falo de filmes.
Nada de comentários profissionais e dignos de Oscar, é pitaco pessoal mesmo, afinal de contas tudo isso aqui é pra gerar opinião e não fazer o assunto acabar aqui como normalmente acontece com críticas de filmes.
Começo falando de Piratas da Informática, codinome ridiculo dado ao filme Pirates of Silicon Valley.
O filme é de 1999 produzido diretamente para televisão, pela TNT. Vale lembrar que as informações bibliográficas do filme não foram autorizadas a serem produzidas, ou seja, pode ser verdade – ou não. Quem assume a direção do filme é Martyn Burke, jornalista, novelista e diretor de documentários da “senhora de idade” CBC.
Em Pirates of Silicon Valley vemos, de forma corrida, toda a origem da informática. Saimos do Altair 8800 que não fazia praticamente nada até a “compra/roubo” do MS-DOS, passando pela negociação com a IBM dando origem ao primeiro PC “de verdade” e chegando a eterna, histórica e famigerada disputa Macintosh/Microsoft, terminando tudo no Microsoft Windows.
Em 95 minutos de filme vemos 15 anos passarem na nossa frente e quase não percebemos se não nos prendermos demais aos detalhes. Apesar de dizerem que o filme conta a origem da informática vemos claramente uma biografia de Bill Gates e Steve Jobs. Não que isso seja ruim, até porque é o que torna o filme interessante, mas o próprio roteiro se perde na sua própria história.
Há momentos no filme que poderiam tranquilamente serem apagados e você não sentiria diferença, monologos sem sentido e maçantes, sem contar a auto-flagelação dos dois protagonistas. Em contra partida vemos ótimas interpretações de coadjuvantes nos papéis de Wozniak e Ballmer e os encontros de Gates e Jobs são impagáveis.
Há controvérsias em relação a atuação de Anthony Michael Hall como Bill Gates, acho que isso deve-se ao fato de ser dificil acreditar que Bill Gates na sua juventude fosse franzino e genioso com mostram na pelicula. Pra entenderem melhor imaginem Hitler nerd. Na mosca!
Já Noah Wyle é Steve Jobs escarrado e cuspido. Não fossem os deslizes no roteiro a atuação seria maravilhosa. É realmente uma pena o filme ter sido produzido por baixo dos panos e não poder concorrer a prêmios.
Enfim, é um bom filme pra quem tem curiosidade sobre como tudo começou e entender melhor a briga Apple/Microsoft. No geral, é divertido.
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Cleverson, o "coolzão chato" segundo Jabour_rio, é o designer/troll/comentador de seriados da equipe. Costuma gostar de coisas que muita gente não gosta ou não conhece, só para continuar mantendo o status de "coolzão". :P


























































Legal a idéia da coluna, boa escolha para estreiá-la. A história de Gates e Jobs, da ascensão da Microsoft e da Apple, é pra lá de interessante. Mas onde achar esse documentário? Só na net né? Á propósito, o pessoal do Jovem Nerd tem um podcast sobre esse documentário: http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-129-…
Abraços!!!
filme chato do inferno do capeta!
¬¬ ninguem merece!