
Olá amigos.
Hoje continuaremos nossas observações sobre a Teoria do Consumidor, subgrupo da Microeconomia, que explicamos no post passado.
Recapitulando, mostramos o que são as curvas de indiferença, como elas mostram a preferência do consumidor sobre dois produtos. Também falamos que elas representam o mesmo grau de utilidade de um produto em relação ao outro. No entanto, temos uma premissa quando estudamos economia, que mais de um produto (salvo algumas exceções) é sempre preferível a menos.
Se tivermos a opção, sempre optaremos em ter mais de um produto que apreciamos. E quanto mais temos, mais contentes ficamos, não é mesmo? Chamamos isso de nível de utilidade. E pra cada nível de utilidade, existe uma curva de indiferença representando o gosto do consumidor. Então, existem várias curvas de indiferença, cada uma demonstrando um nível de utilidade, e o que queremos, é ter a maior utilidade possível.
Mas daí esbarramos no primeiro tema que abordei na coluna. Lembra da premissa básica da economia que os recursos são escassos? Ou seja, a sua renda é algo limitado, mesmo se a sua vontade for de consumir ilimitadamente tal produto, você irá se limitar ao tanto que seu salário pode pagar. Isso é o que chamamos de “Restrição Orçamentária”, o limite do que podemos consumir de acordo com a nossa renda.
Para representar a Restrição Orçamentária, utilizamos o mesmo gráfico das Curvas, com a
abstração de que consumimos dois produtos, ou duas cestas, para facilitar os estudos. No gráfico do Cesta A X Cesta B, em um lado marcamos o máximo que podemos consumir com a nossa renda. Exemplo, com uma renda de R$ 1000, e a cesta A custando R$ 200, consegue-se comprar 5 cestas por mês. Simples. A mesma coisa com a cesta B, no nosso gráfico vamos considerar R$ 100, então, no máximo, 10 cestas.
Agora, para resolvermos o nosso problema, de ter a maior utilidade possível, dentro de nossa restrição orçamentária, é só juntarmos os dois gráficos anteriores. Então procuraremos a curva de indiferença com maior nível de utilidade a tocar na restrição, ou seja, com a nossa renda limitada, em qual nível de consumo estaremos mais felizes, e consumindo os dois produtos. Esse ponto de encontro da restrição com a curva de maior utilidade, é o “Ponto Ótimo de Consumo”, ou seja, o tanto que mais nos agrada consumindo os dois produtos ao mesmo tempo, dentro de nossa renda.

Observe também, que algumas curvas tocam duas vezes a restrição, essas não interessam, pois podemos alcançar uma curva acima. Existem outras que não a tocam, essas já são as que não podemos pagar, a não ser, que venha um aumento da nossa renda.
Ficamos por aqui, qualquer dúvida podem pedir nos comentários. Semana que vem, iniciarei um novo assunto ainda a definir. Té.
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Podcaster, blogger enrustido, ECONOMISTA (!!) e talvez, empresário de vanguarda.. Além de tudo, totalmente apaixonado.. NICE!! Twitter http://twitter.com/#!/iskilo666


























































Baah, que show isso. Muito curioso como podemos chegar a algumas conclusões importantes a partir de análises simples.
A coluna tá muito boa iskilo, parabéns pra ti.
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Iates, carros, mansões…
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Tá sinistro pra fazer minha restrição orçamentária encostar na curva de indiferença. HEHEHE.
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Ótimo, ótimo.
Sexta-feira agora tenho prova de ecônomia e advinha o assunto ? Macro e micro *-* Justamente microeconomia eu não tenho anotações, só de macro. Iskilo salvando vidas. ahueihauea
Parabéns pela coluna.
sensacional sua explicação!Iskilo vc dever ser ou será um grande professor, po se eu consegui entender alguma coisa .. muito bom mesmo parabéns
Estou muito grato pelas informacoes, ainda em minha primeira graducao em Turismo, tive uma disciplina chadamada de Introducao a economia fiquei apaixonado, por este curso, por ser empresario esta paixao virou amor… rsrs
valeu, fikei na recuperação pois ate encontrar esse artigo, naum entendia nada, mas agora aprendi sobre curva de restrição rçamentaria, valeuuuuuuuuuu
Muito bem explicado… Obrigado mesmo!!