
A terceira temporada de Heroes começa apelando geral. Em um primeiro episódio “bônus” é recapitulado tudo que passou até então, pra ajudar a galera a lembrar todas as merdas que assistiram. Nada mais justo.
Nessa temporada agente vê de tudo um pouco, e muito mais além do que já foi conseguido mostrar na segunda temporada.
A história até que começa bem mostrando as divergências de opiniões entre os protagonistas, o que levou todos a uma tentativa de assassinato de Nathan, o porque e o por quem é o melhor dessa parte. Até ai, ok.
Elle Bishop, a filha caçula do Walter Bishop (sarcasmo), tem um siricutico nervoso dentro da Companhia e numa cagada gigantesca de não controlar os poderes, solta toda a renca de malvadões de lá. Beleeeeeza. FAIL.
Papai Petrelli, que era pra estar morto, aparece vivinho da silva, e agora novo em folha, depois de absorver os poderes do Takezo Kensei, que estava sendo um ótimo vilão até então, mas foi mal utilizado e morreu idiotamente.
A partir daí começa a palhaçada. Surge mais uma Companhia, a de Petrelli pai. Nela estão nosso taxista indiano, Tracy (Niki, Jessica), Elle e Sylar (agora quase bonzinho FAIL), e na Companhia de Petrelli mãe, ta todo o resto do elenco, com exceção dos mocinhos excluídos.
O Pai quer criar uma formula pra dar poderes a pessoas comuns mas descobre que precisa de um catalisador. A Mãe, quer impedir o Pai. O Pai descobre que o catalisador ta com Hiro, que descobriu isso voltando no tempo com Claire e vendo sua mãe dando para ele. Logo depois, Pai tira o catalisador dele e deixa ele preso no passado.
Depois de todas essas bobagens, Petrelli Pai morre por causa de Peter e Sylar, a dupla dinâmica da série. Depois disso, o gênio do Ando injeta a formula nele e vira uma pilha ambulante, aumentando o poder dos outros.
Depois de tudo isso e mais um pouco, temos mais um hiato no seriado.
Quando começa tudo de novo vemos Nathan contando tudo pro Presidente e saindo pra caçar todo mundo. O único que escapa é Sylar. Depois disso o seriado vira uma puta discussão de família. Um brigando com o outro e todo mundo fugindo e tentando se entender.
Só assistindo pra entender, mas eu não recomendo.
Tim Kring falou que você não precisaria ter assistido nada até então e mesmo assim entenderia tudo dali para frente, ou seja, começamos do zero. Ou quase. Mais a idéia é essa.
Para a próxima temporada a idéia é começar tudo de novo, prova mais do que cabal que finalmente, todos envolvidos com o projeto, se deram conta da merda que estavam fazendo.
Agora, só cabe a nós esperarmos e ter fé. Muita fé.
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Eu sou o Cleverson e sou mais do que viciado em séries. Achei que tendo TV por Assinatura eu largaria mão de séries pela internet, o que não aconteceu. A mais de 1 ano que não sento na sala pra assistir algo novo ou que ainda não tenho assistido.
Esta coluna sai toda sexta-feira as 19:00 horas. O intuito dela é despertar a curiosidade do leitor pelas séries comentadas, seja por falar muito bem ou seja por falar muito mal. A idéia é assistir pra tirar suas próprias conclusões.
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Cleverson, o "coolzão chato" segundo Jabour_rio, é o designer/troll/comentador de seriados da equipe. Costuma gostar de coisas que muita gente não gosta ou não conhece, só para continuar mantendo o status de "coolzão". :P


























































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vasculhando o site vi q é o tema desta sessão auuahua
viciados em google reader as vezes tem q sair p respirar. =]
pq colocou a abertura de dexter? eu hem hehe