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Como já falei na semana passada, estou postando a Parte 2 de “A Franquia GTA”. O tema de hoje será: GTA Vice City e GTA San Andreas. Vou deixar GTA IV sozinho na quinta, pois já tive que tirar algumas partes que eu considerava importantes tanto em VC como SA, então, vou estender essa série de posts até quinta.

GTA Vice City, que foi lançado em 2002 (no Brasil apenas em 2005), dá continuidade à história de Tommy Vercetti (protagonista de GTA 3). O cenário é ilustrado nos moldes de Miami na década de 80 e o nome foi inspirado no seriado “Miami Vice”. Mas voltando ao jogo em si, os desenvolvedores seguiram a estratégia que deu certo na série anterior, porém esqueceram-se do principal: Inovar. Aumentaram o número de armas disponíveis, de carros e até criaram um elemento de aleartoriedade (palavra difícil) aos personagens, fazendo com que membros de diferentes gangues se atacassem a qualquer momento, sem nenhum motivo. Mas de resto, não houveram muitas inovações.

Para finalizar de Vice City e seguir para San Andreas, deixo aqui os prós e os contras dele:

Prós: Ótima física, áudio impecável, gráficos e trama empolgantes.

Contras: Não há muitas inovações, danos físicos continuam fracos e a polícia só oferece algum risco quando os agentes da CIA estão atrás de você.

GTA San Andreas, lançado em 2004, foi o 3º da franquia a ser feito em 3D e o primeiro a ter como protagonista, um negro. A trama se passa no ano de 1992, no Estado de San Andreas, nos Estados Unidos. O jogador passa pela pele de “CJ”, que volta à cidade para descobrir o que está por trás do assassinato de sua mãe. Diferentemente de Vice City, dessa vez percebe-se que todas as idéias foram postas em prática nessa versão. Um dos pontos fortes de “SA” é o de personalizar o físico de seu personagem.

Outra novidade interessante é que quanto mais o jogador utiliza um armamento, mais habilidade ele possui. O mesmo acontece com os veículos. A liberdade de interação continua a mesma que fez sucesso, onde o jogador pode escolher o que fazer.

O áudio do jogo também é fantástico, simulando rádios de verdade, pois incluem diversos tipos de músicas renomadas. As gírias constituem outro elemento que agrada no jogo, pois também entram no estilo das gangues.

E para acabar, o único defeito é a sua jogabilidade. A câmera por vezes é meio desobediente e o jogador sofre um pouco até acostumar-se.

Até quinta então, com o último post da série “A Franquia GTA”, falando apenas de GTA IV.


Categoria(s): TV do Baú

Um marujo comentou até agora...

  1. Para mim o melhor de toda a franquia foi o San Andreas, o mais divertido, com o maior mapa e tem alguns segredos no mapa.. o jogo tem MUUIIITOOOOSS bugs mas é isso que o deixa divertido ;P, o vice city eu nem joguei muito, só zerei e parei.. mas gta sem manha não tem graça 🙂

    valeu 😉

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